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		<title>Veja as manchetes dos principais jornais do país e link para internacionais deste sábado</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 14:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Emmangasdecamisa  * Nacionais  O Globo &#160; Manchete: Papéis invertidos – Câmara dá 1º passo para tentar tirar poder do STF CCJ aprova emenda apoiada por mensaleiros que transfere ao Congresso atribuições do Supremo Autor do projeto, deputado do PT fez ataques a Barbosa e diz achar julgamento do mensalão conspiração contra petistas Com a presença [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-size: 13px;">Por </span><a style="font-size: 13px;" title="Posts de emmangasdecamisa" href="http://emmangasdecamisa.com.br/author/emmangasdecamisa/" rel="author">Emmangasdecamisa</a><span style="font-size: 13px;"> </span></h1>
<p><span id="more-39964"></span></p>
<div>
<p>*</p>
<p><strong>Nacionais </strong></p>
<p><strong><br />
O Globo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manchete: Papéis invertidos – Câmara dá 1º passo para tentar tirar poder do STF</p>
<p>CCJ aprova emenda apoiada por mensaleiros que transfere ao Congresso atribuições do Supremo</p>
<p>Autor do projeto, deputado do PT fez ataques a Barbosa e diz achar julgamento do mensalão conspiração contra petistas</p>
<p>Com a presença dos deputados petistas José Genoino e João Paulo Cunha, condenados no processo do mensalão, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara — composta também pelo deputado Paulo Maluf — aprovou emenda à Constituição que submete ao Congresso decisões do Supremo Tribunal Federal. O autor é o petista Nazareno Fonteles (PI), que, durante o julgamento do mensalão, foi à tribuna fazer duras críticas ao ministro Joaquim Barbosa. A oposição entrará com mandado de segurança contra a emenda. No STF, liminar do ministro Gilmar Mendes suspendeu a tramitação do projeto que impõe barreiras à criação de novos partidos. (Págs. 1, 3 a 6 e Merval Pereira)</p>
<p>Jornada da Juventude: Ponto alto da via-sacra será no Lido</p>
<p>Por causa de obras no Leme, o auge da encenação da via-sacra que será montada em Copacabana durante a visita do Papa Francisco ao Rio ficará num palco na altura da Praça do Lido. O evento faz parte da Jornada Mundial da Juventude. (Págs. 1 e 8)</p>
<p>Vacina contra gripe: Postos têm filas após feriadão</p>
<p>Após o ponto facultativo com postos de saúde fechados, a campanha de vacinação contra gripe foi retomada com longas filas. A dengue já fez 15 mortes no estado. (Págs. 1, 10 e 11)</p>
<p>Planos de saúde: Negar cobertura dará punição</p>
<p>A partir de julho, o governo poderá multar ou suspender planos de saúde que negarem cobertura. Além do prazo de atendimento, a ANS analisará as recusas das empresas. (Págs. 1 e 26)</p>
<p>Rombo recorde: Déficit externo do Brasil dobra</p>
<p>Á balança comercial fraca, as remessas das múltis e os gastos do brasileiro lá fora fizeram o déficit externo dobrar este ano, para US$ 24,9 bi, O investimento estrangeiro caiu. (Págs. 1 e 21)</p>
<p>Tensão na Venezuela: CPI governista investiga Capriles</p>
<p>O Parlamento criou CPI com 11 deputados do governo e nenhum da oposição para Investigar Capriles por 9 mortes após as eleições. (Págs. 1 e 29)</p>
<p>Atentado em Boston: Suspeitos tiveram subsídios nos EUA</p>
<p>Os irmãos suspeitos de terem cometido o atentado receberam ajuda financeira do estado de Massachusettts e da cidade de Cambridge para viver. (Págs. 1 e 31)</p>
<p>Jogo no Maracanã fecha ruas no sábado</p>
<p>Trânsito terá esquema especial para o primeiro teste do estádio depois da reforma. Se aprovado, o modelo será repetido na Copa das Confederações, em junho. (Págs. 1 e Rio, 9)</p>
<p>Valcke: Copa é mais fácil com menos democracia (Págs. 1 e Caderno Esportes)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Meia-entrada só para 40%</p>
<p>Projeto que limita os descontos é aprovado na CCJ. (Págs. 1 e Segundo Caderno)</p>
<p>Volume de gás-estufa na atmosfera é recorde</p>
<p>Elevação da temperatura da Terra em 2 graus é inevitável. (Págs. 1 e Ciência, 32)</p>
<p>————————————————————————————</p>
<p><strong>O Estado de S. Paulo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manchete: Aécio defende mandato de 5 anos e fim da reeleição</p>
<p>Pré-candidato à Presidência, ele elabora proposta para ser apresentada no Senado; regra valeria já em 2014</p>
<p>O senador e pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, elabora projeto para propor no Senado que acaba com a reeleição e amplia de quatro para cinco anos os mandatos de presidente, governadores e prefeitos. A regra, de acordo com ele, valeria já para as próximas eleições. O senador sabe que a proposta enfrentará resistência no Congresso, especialmente da bancada governista, mas acredita que lhe dará cacife para a campanha de 2014. O PSDB identificou uma insatisfação do eleitorado com o político disposto a se manter no cargo a qualquer custo. O projeto mostraria então uma imagem de “desapego” e também se insere na estratégia de “remoçar” o partido, sinalizando a presença da nova geração à qual o senador quer associar sua imagem. Aécio também prepara discurso contra as acusações de “privatista” que o PT usou contra os tucanos nas últimas campanhas. Ele dirá que quer “reestatizar” a Petrobras e criticará o suposto aparelhamento da empresa. (Págs. 1 e Política A6)</p>
<p>PSB adia definição</p>
<p>O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, disse que não convocará agora o diretório do partido para discutir proposta de Cid Gomes, que quer uma definição rápida da legenda sobre a sucessão presidencial. (Págs. 1 e A6)</p>
<p>Déficit externo vai a US$ 25 bi no trimestre e bate recorde</p>
<p>As contas externas do Brasil tiveram forte deterioração no primeiro trimestre, com déficit recorde de US$ 24,9 bilhões, equivalente a 4,31% do PIB. A piora está relacionada, principalmente, ao fraco desempenho do Brasil no comércio exterior, que teve queda nas exportações e aumento das importações. A entrada de Investimentos Estrangeiros Diretos, que servem para financiar o rombo nas transações com outros países, caiu para R$ 13,3 bilhões e deixou de cobrir o déficit, o que não ocorria desde 2010. (Págs. 1 e Economia B1)</p>
<p>Comissão aprova projeto que limita poder do STF</p>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou proposta de emenda constitucional para submeter decisões do STF ao Congresso. Simbólica, a votação teve participação dos deputados José Genoino e João Paulo Cunha, condenados no processo do mensalão. Antes de ir a plenário a PEC tem de passar por comissão. Ministros do STF criticaram o projeto. (Págs. 1 e Política A4)</p>
<p>PEC que tira poder do MP vai a voto até junho</p>
<p>O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), quer votar até junho a PEC que tira poder do Ministério Público e garante às polícias exclusividade em investigações criminais. (Págs. 1 e A4)</p>
<p>Unificação de alíquotas do ICMS avança</p>
<p>A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou ontem uma resolução que altera as alíquotas do ICMS sobre operações interestaduais. Mas o texto vincula a reforma do tributo à manutenção de benefícios tributários já concedidos pelos Estados, considerados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal. (Págs. 1 e Economia B10)</p>
<p>Passa na CCJ cota para meia-entrada</p>
<p>Projeto que cria cota de 40% para a venda de meia-entrada foi aprovado ontem em comissão da Câmara. Deputado querer retirar os idosos desse limite. (Págs. 1 e Caderno 2, C9)</p>
<p>Governo adia pena a planos de saúde</p>
<p>O governo adiou a punição dos planos de saúde que descumpriram prazos para atendimento. Negativas para consulta sem justificativa serão analisadas. (Págs. 1 e Metrópole A14)</p>
<p>Governo atrasa regras da ‘Lei das Domésticas’ (Págs. 1 e Economia B6)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SP muda padrão contra poluentes</p>
<p>O governo do Estado reduziu os índices considerados adequados para oito tipos de poluentes atmosféricos. É a primeira mudança desde 1990. (Págs. 1 e Metrópole A13)</p>
<p>José Serra</p>
<p>Hora de mudar o ECA</p>
<p>Os brasileiros não podem ser reféns de disputas de caráter ideológico. Há um caminho curto para punir crimes violentos cometidos por jovens. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)</p>
<p>Eike, emblema e indício</p>
<p>A saga da célere ascensão e do declínio do Grupo X contém pistas das relações perigosas entre o círculo do lulismo e o mundo dos altos negócios. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)</p>
<p>Notas &amp; Informações</p>
<p>Dilma, o sol e a peneira<br />
Proposta contra proliferação partidária seria meritória, não fosse o objetivo de reduzir rivais de Dilma. (Págs. 1 e A3)</p>
<p>————————————————————————————</p>
<p><strong>Correio Braziliense</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manchete: CCJ da Câmara submete o Supremo ao Congresso</p>
<p>Ministros do STF veem proposta, aprovada por condenados do mensalão, como retaliação contra o tribunal.</p>
<p>Coincidência ou não, duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que tramitam no parlamento tiram poder de duas instituições-chave no processo do mensalão: o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Ministério Público. Uma impede procuradores de investigar, atividade essencial para os integrantes do MP. A outra submete algumas decisões do Poder Judiciário ao crivo do Congresso Nacional. Os ministros Marco Aurélio Mello e Gilmar Mendes, do STF, interpretaram a iniciativa como retaliação a recentes decisões da Corte. Julgado pelo Supremo, ocaso dos mensaleiros culminou com a condenação de cabeças coroadas do PT, como o ex-ministro José Dirceu, apontado como chefe do esquema de corrupção, e os hoje deputados José Genoino (SP) e João Paulo Cunha (SP), integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. A proposta de ingerência na Justiça é de autoria de outro petista, Nazareno Fonteles (PI). (Págs. 1 e 2 e 4)</p>
<p>Projeto contra Rede de Marina é suspenso</p>
<p>O ministro Gilmar Mendes, do STF, interrompe a tramitação, no Congresso, de proposta que dificulta a criação de partidos. Decisão vale até que seja julgado o mérito da questão. (Págs. 1 e 5)</p>
<p>Médicos boicotam planos de saúde</p>
<p>Profissionais de todo o país decidiram suspender hoje, por 24 horas, as consultas via operadoras de saúde. Serão mantidos apenas os procedimentos de urgência e emergência, apesar de a ANS, a agência reguladora do setor, determinar que os planos devem oferecer alternativa de atendimento aos clientes. (Págs. 1 e 10)</p>
<p>Veja dicas e evite cair na malha fina</p>
<p>Na reta final para a entrega das declarações, o Correio mostra os itens que mais trazem problemas no Imposto de Renda. Venda de imóveis e cartões de crédito estão entre eles. (Págs. 1 e 33)</p>
<p>————————————————————————————</p>
<p><strong>Valor Econômico</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manchete: Preços de venda em queda ampliam déficit comercial</p>
<p>Uma queda disseminada no preço de quase 60% dos produtos exportados ajuda a explicar o mau resultado da balança comercial brasileira, que registrou saldo negativo recorde de US$ 6,5 bilhões no ano até a terceira semana de abril. De janeiro a março, 20 dos 31 grupos de produtos classificados pelo Ministério do Desenvolvimento – que somam 64% do valor total exportado no período – tiveram diminuição de preços de venda. Em alguns setores, especialmente de manufaturados, a redução do volume também prejudicou o desempenho. Entre os 31 grupos, 17 reduziram a quantidade exportada.</p>
<p>Frustração nos preços das commodities, repasse das desonerações de impostos federais ao valor das mercadorias exportadas e maior concorrência externa explicam a performance ruim, dizem empresários e economistas. Nas três primeiras semanas de abril, entre os 16 principais produtos básicos exportados, 11 foram vendidos com preços inferiores aos do mesmo período de 2012. (Págs. 1 e A3)</p>
<p>Disputa por R$ 2 bilhões de Angra 3</p>
<p>A Eletronuclear pretende lançar no próximo mês o edital da licitação para os serviços de montagem eletromecânica da usina nuclear de Angra 3. Os contratos, estimados em cerca de R$ 2 bilhões, são os de maior valor ainda em disputa.</p>
<p>Após a pré-qualificação e o aval do Tribunal de Contas da União para a continuidade do processo, só dois consórcios permanecem na disputa: o UNA 3, formado pelas construtoras Andrade Gutierrez, Norberto Odebrecht, Camargo Corrêa e UTC Engenharia, e o Angra 3, composto por Queiroz Galvão, Empresa Brasileira de Engenharia e Techint. (Págs. 1 e B13)</p>
<p>Itaú quer o varejo do Citi no Uruguai</p>
<p>O Itaú está perto de apresentar oferta para comprar as operações uruguaias de varejo do Citigroup, segundo fontes a par do assunto, transação que tornaria o banco brasileiro a segunda maior instituição financeira privada no Uruguai. Os termos foram praticamente acertados na semana passada e aguarda-se apenas o aval dos controladores e alguma solicitação posterior à proposta formal para ajustar detalhes. O valor do negócio não foi revelado.</p>
<p>O Citigroup tem interesse especial em concluir a transação “o quanto antes”, seguindo a determinação dos controladores do banco americano no plano de reestruturação mundial. Com a operação, o Itaú conseguiria superar o BBVA e ocupar a vice-liderança privada no Uruguai em volume de negócios, atrás apenas do Santander. (Da Rede Iberoamericana de Prema Econômica – Ripe). (Págs. 1 e C14)</p>
<p>Santander tem novo comando no Brasil</p>
<p>O Banco Santander anunciou a troca de comando no Brasil. Quase três anos após assumir o cargo de presidente, Marcial Portela será substituído por outro espanhol, Jesús Maria Zabalza Lotina, que está no Santander Espanha desde 2002. Portela chegou ao país no fim de 2010 com a missão de colocar no prumo uma das subsidiárias mais promissoras do grupo Santander.</p>
<p>Segundo fonte do banco, ao substituir Fábio Barbosa na presidência, ele tinha três missões especiais, consideradas cumpridas: concluir a integração após a fusão com o Real, reformular a estrutura tecnológica e de pessoal e mudar o portfólio de produtos para a pessoa física. Agora, Portela vai assumir a presidência do Conselho do Santander no país e planeja passar dez dias por mês no Brasil e 20 na Espanha. “Ele construiu a máquina e o Lotina vai pilotá-la”, disse a fonte. Hoje diretor-geral da divisão América do Santander, Lotina é considerado uma das pessoas que mais entendem de banco comercial e seu trabalho no México foi muito elogiado, principalmente no comando do IPO. (Págs. 1 e A2)</p>
<p>Norma pode impedir que jogador pertença a fundo</p>
<p>O governo pretende regulamentar uma questão fundamental para o futebol brasileiro. A ideia é que os direitos econômicos dos jogadores de futebol não possam mais pertencer, a partir de janeiro de 2016, a empresários ou fundos de investimentos. Essa é justamente a engenharia financeira que tem viabilizado a manutenção de estrelas no futebol brasileiro, como o zagueiro Dedé, que tem 55% de seus direitos vinculados a fundos e se transferiu recentemente do Vasco da Gama para o Cruzeiro.</p>
<p>A decisão consta de uma minuta de uma medida provisória apresentada ontem ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, por sua equipe técnica. O texto tem por base anteprojeto de lei elaborado pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP). A medida provisória também servirá para perdoar a dívida tributária dos clubes de futebol. A Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional já deram sinal verde à iniciativa, que anistiará uma dívida estimada entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões em troca de um sistema de bolsas esportivas que possibilitem o uso da estrutura dos clubes. (Págs. 1 e B5)</p>
<p>Valec busca ‘empréstimo’ de trilhos</p>
<p>Pressionada pelo atraso crônico que compromete a construção de suas ferrovias, a estatal Valec decidiu negociar um empréstimo de trilhos da Ferrovia Transnordestina, empreendimento tocado pela CSN em Pernambuco, Ceará e Piauí.</p>
<p>No acordo com a CSN, existe a possibilidade de a companhia emprestar 20 mil toneladas de trilhos para a Valec. O negócio ainda não foi fechado, mas só depende de sinalização do governo para que se concretize. O empréstimo dos trilhos não resolveria o problema da Valec, mas ajudaria a aliviar a pressão sobre o cronograma da Ferrovia Norte-Sul, que está em obras entre Goiás e São Paulo, e da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, projeto em fase preliminar na Bahia. (Págs. 1 e B13)</p>
<p>Governo sofre derrota nos portos</p>
<p>A base aliada impôs uma derrota ao governo na primeira votação da medida provisória que altera as regras dos portos. Entre outras emendas, arrendamentos de terminais assinados antes de 1993 serão prorrogados por até dez anos. (Págs. 1 e A6)</p>
<p>Resultados da Vale</p>
<p>O lucro liquido da Vale recuou 7,6% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, para R$ 6,2 bilhões, enquanto as receitas avançaram 6,5%, para R$ 22,3 bilhões. Apesar da queda no lucro, o resultado ficou acima do esperado. (Págs. 1 e B7)</p>
<p>Piora nas contas externas</p>
<p>A deterioração nas contas externas, evidenciada pelo aumento do déficit em transações correntes—US$67 bilhões em meses, até março—, e redução do investimento estrangeiro direto começam a causar preocupação a analistas do mercado. (Págs. 1 e Cl e C6)</p>
<p>Emergentes cautelosos no crédito</p>
<p>Bancos de economias emergentes continuaram a apertar a concessão de crédito no primeiro trimestre, apesar da melhora nas condições de funding internacional e doméstico, segundo o Instituto Internacional de Finanças (IIF). (Págs. 1 e C14)</p>
<p>Investimento planejado</p>
<p>Em meio ao desaquecimento do mercado imobiliário, uma série de bairros planejados —que reúnem imóveis residenciais, comerciais, serviços e lazer—chega às metrópoles do país e atrai a atenção de investidores. (Págs. 1 e D3)</p>
<p>STJ analisa tarifa de esgoto</p>
<p>O Superior Tribunal de Justiça começa a decidir se as concessionárias de serviços de saneamento básico podem cobrar tarifa de esgoto sem que os rejeitos coletados passem por tratamento antes da destinação final. (Págs. 1 e E1)</p>
<p>Ideias</p>
<p>Ribamar Oliveira</p>
<p>Estudo mostra que 32,5% dos benefícios da Zona Franca de Manaus são custeados pelos Estados e municípios, e não pela União. (Págs. 1 e A2)</p>
<p>Tony Volpon</p>
<p>Tentar, ao mesmo tempo, recompor a competitividade e atiçar o consumo só poderia falhar, e falhou. (Págs. 1 e A15)</p>
<p>CCJ da Câmara aprova emenda que submete decisões do Supremo ao Congresso (Págs. 1 e A12)</p>
<p>Com Enrico Letta, Itália tenta romper impasse político (Págs. 1 e A13)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>————————————————————————————</p>
<p><strong>Estado de Minas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manchete: Mais rigor com planos de saúde</p>
<p>Operadoras que reincidirem em negar cobertura terão venda suspensa</p>
<p>A punição entra em vigor em julho conforme determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A negativa de atendimento responde por 75% das reclamações dos consumidores, mas só agora começou a ser registrada pelo monitoramento da agência. Antes, apenas o descumprimento de prazos para a prestação dos serviços levavam à punição das empresas, inclusive com a suspensão de venda dos planos. De janeiro a março, a ANS recebeu 13.348 queixas de segurados pelo não cumprimento da cobertura contratada, quase cinco vezes mais do que as 2.981 reclamações do mesmo período do ano passado. Além do embargo à comercialização, as operadoras estarão sujeitas a multas variando de R$ 80 mil, para cada não atendimento improcedente, a R$ 100 mil, se a negativa irregular for para urgência e emergência. (Págs. 1, 10 e o editorial ‘planos não se curam’, 6)</p>
<p>Fotolegenda: Gigante quase nacional</p>
<p>Locomotiva fabricada em Contagem tem 63% de componentes feitos no Brasil, sendo 50% dos fornecedores mineiros. Modelo apresentado pela GE Transportation deve acirrar briga no setor e competir diretamente com o da Caterpillar, que tem 65% de índice de nacionalização. (Págs. 1 e 16)</p>
<p>Choque de poderes: Legislativo quer avalizar o Judiciário</p>
<p>Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou proposta de emenda constitucional que determina o envio para apreciação do Congresso das súmulas vinculantes, ações diretas de inconstitucionalidade e ações declaratórias de constitucionalidade aprovadas pelo Supremo Tribunal Federal. (Págs. 1 e 3)</p>
<p>ICMS: Primeiro passo para a unificação do imposto</p>
<p>Comissão do Senado aprova criação de taxa única de 4% para transações entre estados e abre caminho para o Congresso votar o fim da guerra fiscal. (Págs. 1 e 5)</p>
<p>Espetáculos: Projeto exige cota para a meia-entrada</p>
<p>Texto aprovado na CCJ da Câmara determina a reserva de pelo 40% da bilheteria de eventos culturais e esportivos para meia-entrada destinada a estudantes, jovens, deficientes e idosos. Mas deputados querem tirar os idosos da cota antes de a matéria seguir para o Senado. (Págs. 1 e 9)</p>
<p>Doméstica: A busca por estudo para alcançar ascensão social (Págs. 1 e 12)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Itália: Líder da centro-esquerda, Enrico Letta é novo premiê (Págs. 1 e 18)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>————————————————————————————</p>
<p><strong>Jornal do Commercio</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manchete: Mais gente em ação na Operação Inverno</p>
<p>PCR anunciou medidas para enfrentar os efeitos da chuva. Entre elas, vai deslocar para os pontos de risco, já a partir de hoje, mais 100 profissionais de vários órgãos, inclusive do Estado. (Págs. 1 e Cidades 1 e 2)</p>
<p>Congresso e Supremo em rota de colisão</p>
<p>No dia que a CCJ da Câmara aprovou redução do poder do STF, Gilmar Mendes suspendeu a votação no Senado do projeto que inibe a criação de partidos novos. (Págs. 1 e Capa dois, 4)</p>
<p>Governo atrasa processo da lei das domésticas</p>
<p>Planalto forçou a suspensão da votação do texto que iria ocorrer ontem. (Págs. 1 e Economia 2)</p>
<p>Mudança na MP dos Portos favorece Suape (Págs. 1 e Economia 5)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais rigor para quem faz “pega” de automóvel (Págs. 1 e Capa Dois)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seca derruba produção de aves em 20% (Págs. 1, Economia 2 (jc negócios) e 4)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>————————————————————————————</p>
<p><strong>Zero Hora</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manchetes: Obras para amenizar 21 gargalos da BR-116</p>
<p>Passarelas e viadutos, alargamentos de pistas e abertura de passagens inferiores podem diminuir calvário de motoristas em trecho de 35 quilômetros.(Págs. 1 e 6 e 7)</p>
<p>Queda de braço: Comissão aprova limite a poderes do Supremo</p>
<p>Proposta aprovada na CCJ da Câmara é vista pelo STF como resposta ao julgamento do mensalão. (Págs. 1 e 10)</p>
<p>Até o dia 10: Prazo maior para vacinação contra a gripe</p>
<p>Baixa adesão no país levou à prorrogação. Estado alcançou 60% da meta.</p>
<p>Alerta mundial por novo vírus da gripe aviária. (Págs. 1 e 42 e 43)</p>
<p>————————————————————————————</p>
<p><strong>Brasil Econômico</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manchete: Unificação do ICMS em 4% vence a primeira batalha no Congresso</p>
<p>Com o objetivo de acabar com a guerra fiscal entre os estados, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou projeto que impede o uso de alíquota diferenciada para atrair empresas. A votação das emendas foi marcada para dia 30. (Págs. 1 e 6)</p>
<p>Montadoras investem na inovação de motores</p>
<p>O vice-presidente da Ford para a América do Sul, Rogélio Golfarb, afirma que o grande avanço da indústria vai acontecer com o uso intensivo de tecnologia eletrônica. (Págs. 1 e 11)</p>
<p>Empresas alemãs vão investir R$ 15 bi no país até 2017 (Págs. 1 e 4)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jesús Maria Zabalza será o novo presidente do Santander Brasil (Págs. 1 e 21)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lucro trimestral de R$ 6,20 bi da Vale tem queda de 7,6% em um ano</p>
<p>A queda nas vendas de minério de ferro e pelotas foi compensada pelo avanço do cobre e do níquel. (Págs. 1 e 10)</p>
<p>Contas externas registram déficit de US$ 6,87 bilhões em março</p>
<p>Desempenho da balança comercial afetou o resultado, o pior no mês desde o início da série, em 1980. (Págs. 1 e 7)</p>
<p>Valor de mercado de 28 ações do IBrX perde para valor patrimonial</p>
<p>Índice abrange 100 ações mais negociadas na Bovespa. Eletrobras lidera lista que tem Eletropaulo, OGX e Oi. (Págs. 1 e 20)</p>
<p>Supremo no fogo</p>
<p>Emenda que limita poderes do STF passa na CCJ da Câmara e provoca uma forte reação dos ministros. (Págs. 1 e 8)</p>
<p>Correção de rumo</p>
<p>À revelia do senador Eduardo Braga, relator do projeto, MP dos Portos é aprovada com várias alterações. (Págs. 1 e 7)</p>
<p><strong>*</strong></p>
<p><strong>Link Internacionais</strong></p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/internacional/noticias">http://noticias.r7.com/internacional/noticias</a></p>
</div>
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		<item>
		<title>Começa a corrida pelo gás de xisto</title>
		<link>http://www.linuxfacil.net/consulcorp/2013/05/25/comeca-a-corrida-pelo-gas-de-xisto/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 14:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Correio Braziliense Da Redação Leilão marcado para novembro anima investidores e reforça o discurso de industriais em favor de insumo energético mais barato Complexo da Petrobras em Urucu (AM): a região é vista pelos especialistas como umas das de maior potencial A corrida mundial para incrementar a competitividade das indústrias locais via utilização de gás [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
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<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">Correio Braziliense</span></h3>
<p>Da Redação</td>
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<h4>Leilão marcado para novembro anima investidores e reforça o discurso de industriais em favor de insumo energético mais barato<span id="more-39963"></span></h4>
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<p align="justify"><img title="Complexo da Petrobras em Urucu (AM): a regiÃ£o Ã© vista pelos especialistas como umas das de maior potencial (Luiz Vasconcelos/AC- 13/9/02)" alt="Complexo da Petrobras em Urucu (AM): a regiÃ£o Ã© vista pelos especialistas como umas das de maior potencial (Luiz Vasconcelos/AC- 13/9/02)" src="http://imgsapp.impresso.correioweb.com.br/app/da_impresso_130686904244/2013/05/25/85293/res20130524192553355261u.jpg" border="0" /><br />
Complexo da Petrobras em Urucu (AM): a região é vista pelos especialistas como umas das de maior potencial</p>
<p>A corrida mundial para incrementar a competitividade das indústrias locais via utilização de gás não convencional e barato está levando empresários do país a cobrar do governo um pacote de desonerações e de estímulos ao aumento da oferta do insumo. A forte concorrência na última rodada de leilões de áreas de exploração de óleo e gás, em terra e no mar, evidenciou o grande interesse dos setores energético e de manufaturas em colocar o novo desafio na ordem do dia.</p>
<p>As licitações realizadas na semana passada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), com arrecadação recorde de R$ 2,8 bilhões, já sinalizam expressivo apetite para a próxima série, prevista para novembro e cujos alvos da disputa são, especificamente, reservas de gás no subsolo terrestre. “Depois da conquista da redução no valor das tarifas de eletricidade e da recente aprovação da lei para destravar os portos, o gás se tornou a principal bandeira do setor produtivo para torná-lo competitivo”, avisou Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).</p>
<p>Segundo estudo divulgado esta semana pela entidade, o gás natural consumido pela indústria brasileira é até quatro vezes mais caro que o equivalente nos Estados Unidos. Essa diferença tende a aumentar graças à entrada em cena do chamado gás de xisto (shale gas), uma nova fronteira exploratória alcançada mediante tecnologias que permitem extração em áreas ultraprofundas e instáveis.</p>
<p>As indústrias alertam para a necessidade de recuperar o tempo perdido após avanços no exterior em favor de áreas de exploração em diferentes lugares do mundo. Isso porque o país assistiu a um longo intervalo de cinco anos sem licitar blocos de exploração no país. Para acelerar o processo de redução na diferença de preços nos insumos nacional e estrangeiro, a Firjan propõe cortes de impostos e ainda subsídios federais.</p>
<p>Em paralelo, a Petrobras e outras petroleiras mostram-se mais interessadas nos campos terrestres, como os da Bahia. Até os fornecedores de carvão mineral agora se oferecem como uma fonte alternativa de gás, mediante um processo de conversão química. “Estamos trabalhando forte em cima do gás de terra, convencional ou não, há mais de três anos. Acreditamos que devemos ter resultados positivos”, avisou a presidente da estatal, Maria das Graças Foster, em depoimento na Câmara dos Deputados esta semana. Especialistas indicam como melhores oportunidades para o gás não convencional no Brasil as bacias de São Francisco (MG), Parnaíba (MA e PI) e Parecis (AM).</p>
<p><strong>Abertura</strong><br />
Para o presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), Reginaldo Medeiros, as pressões advindas do gás de xisto deveriam conduzir a uma abertura do mercado comercializador de gás, concentrado no monopólio federal da BR, em favor de um aumento da oferta e dos preços competitivos. Além disso, ele observa a necessidade de harmonização das regras praticadas em cada estado, por sua respectiva distribuidora local.</p>
<p>O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, informou que o adiamento dos leilões de gás em áreas convencionais e não convencionais (de xisto), de outubro para novembro, é uma mostra de coerência do governo. “Isso porque tivemos agora uma rodada de petróleo, faremos em outubro outra do pré-sal, e por último o de gás”, disse ele, ignorando o fato de que a 11ª rodada também incluiu áreas de gás, registrando forte disputa.</p>
<p>Para agentes de mercado, o investimento em diferentes partes do mundo na prospecção de uma espécie de pré-sal terrestre pode tornar o gás de xisto uma nova categoria de insumo energético, com cotação internacional. A expectativa é que a oferta doméstica de gás no Brasil só consiga acelerar no fim da década, com a exploração gradual das jazidas de pré-sal em alto-mar. Enquanto isso, o shale gas alterou radicalmente planos de investimento de grandes indústrias norte-americanas vinculadas ao uso de gás na produção, como a química e de vidros. Esse movimento é apontado como fator de reindustrialização dos EUA, recuperando e atraindo fábricas hoje no exterior.</p>
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<p><a href="http://impresso.correioweb.com.br/app/noticia/cadernos/economia/2013/05/25/interna_economia,85293/comeca-a-corrida-pelo-gas-de-xisto.shtml" target="_blank">Link original da notícia</a></div>
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		<title>A gestão da dívida pública eleva a liquidez monetária</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 14:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estado de S. Paulo Editorial Econômico Em abril, o Tesouro Nacional resgatou R$ 55,5 bilhões e emitiu R$ 39,4 bilhões em títulos da dívida pública mobiliária interna Em abril, o Tesouro Nacional resgatou R$ 55,5 bilhões e emitiu R$ 39,4 bilhões em títulos da dívida pública mobiliária interna. Houve, portanto, um resgate líquido de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
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<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Estado de S. Paulo</span></h3>
<p>Editorial Econômico</td>
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<h4>Em abril, o Tesouro Nacional resgatou R$ 55,5 bilhões e emitiu R$ 39,4 bilhões em títulos da dívida pública mobiliária interna<span id="more-39962"></span></h4>
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<p align="justify">Em abril, o Tesouro Nacional resgatou R$ 55,5 bilhões e emitiu R$ 39,4 bilhões em títulos da dívida pública mobiliária interna. Houve, portanto, um resgate líquido de R$ 16,1 bilhões e o Tesouro propiciou um aumento da liquidez na economia, em parte compensado por operações compromissadas feitas pelo Banco Central, que retira liquidez do sistema. Como nao há aperto monetário (o consumo cresce, embora em ritmo menor), melhor é analisar o que ocorre com a gestão da dívida.</p>
<p>O Tesouro resgatou em papéis prefixados R$ 24 bilhões mais do que emitiu. O peso dos prefixados está abaixo do definido no Plano Anual de Financiamento (PAF). Com a inflação no teto da meta, os investidores demandam menos papéis prefixados e o Tesouro evita oferecê-los, porque não quer aceitar taxas elevadas.</p>
<p>Foram maiores as emissões líquidas de títulos corrigidos por índices de preços (R$ 3,7 bilhões) e com taxas flutuantes (Selic), no montante de R$ 4,8 bilhões. Fica claro que há mais demanda para os papéis com taxa Selic, pois o juro básico está subindo (espera-se que atinja entre 8,5% e 8,75% ao ano, até dezembro).</p>
<p>Apesar das incertezas cambiais, a demanda por títulos corrigidos pela variação do dólar não é forte e os resgates superaram em R$ 500 milhões o montante vencido em abril.</p>
<p>Houve estabilidade da dívida em relação a março e um ligeiro aumento de 4,18 anos para 4,22 anos no prazo médio dos papéis, fato que o governo considerou favorável.</p>
<p>Mas o comportamento da dívida mobiliária, no primeiro quadrimestre, reflete mal o conjunto da dívida pública. De fato, a relação dívida líquida/PIB caiu nos últimos anos, chegando a 35,2% em dezembro, e não está distante da meta de 30% do PIB desejada pelo governo Dilma Rousseff para 2014. É um dado positivo para os credores.</p>
<p>Porém o mesmo não ocorre com a dívida bruta &#8211; onde estão todos os débitos públicos, salvo os de estatais, internamente e no exterior. Como notou o economista José Roberto Afonso em seminário da FGV/Ibre, em fins de abril, a trajetória da divida pública nacional é ascendente. Entre 30 países emergentes, o Brasil só deve menos do que o Egito, a Jordânia e a Polônia. &#8220;Nossa necessidade de financiamento bruto é de 17%, o dobro da média dos emergentes.&#8221;</p>
<p>O ponto mais positivo é que é pequena a parcela da dívida detida por estrangeiros. Ou seja, se a gestão se tornar mais difícil, o problema será dos credores nacionais.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>China dá sinais de abertura econômica</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 14:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estado de S. Paulo David Barboza e Chris Buckley &#8211; The New York Times Numa importante virada política, o governo chinês tem planos para as empresas privadas e as forças do mercado jogarem um papel maior na sua economia, a segunda maior do mundo depois dos Estados Unidos Numa importante virada política, o governo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
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<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Estado de S. Paulo</span></h3>
<p>David Barboza e Chris Buckley &#8211; The New York Times</td>
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<h4>Numa importante virada política, o governo chinês tem planos para as empresas privadas e as forças do mercado jogarem um papel maior na sua economia, a segunda maior do mundo depois dos Estados Unidos<span id="more-39960"></span></h4>
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<p align="justify">
<p align="justify">Numa importante virada política, o governo chinês tem planos para as empresas privadas e as forças do mercado jogarem um papel maior na sua economia, a segunda maior do mundo depois dos Estados Unidos.</p>
<p>Num discurso a quadros partidários contendo a retórica pró-mercado mais ousada que eles ouviram em mais de uma década, o novo primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, disse este mês que o governo central reduziria o papel do Estado em questões econômicas, na esperança de liberar as energias criativas da nação.</p>
<p>Ontem o governo chinês emitiu também um conjunto de propostas políticas cuja intenção parece ser a de mostrar que Li e outros líderes pretendem reduzir a intervenção do governo no mercado e dar um maior papel à competição entre empresas privadas nas decisões de investimento e preços. Além disso, se as reformas forem bem-sucedidas, elas também poderão tornar a China uma concorrente ainda mais forte no cenário mundial, ao encorajar a inovação e expandir a classe média.</p>
<p>Não está claro se Pequim conseguirá reestruturar uma economia viciada em crédito estatal e diretrizes governamentais. Porém, analistas veem esses anúncios como os sinais mais fortes já dados de que as mais altas autoridades estão seriamente dispostas a reformar o modelo de crescimento do país.</p>
<p>&#8220;Isso é realmente radical&#8221;, disse Stephen Green, economista do banco britânico Standard Chartered e especialista na economia chinesa. &#8220;Algumas pessoas vinham falando disso há tempo, mas agora estamos recebendo uma agenda de reformas claramente elaborada por pessoas da cúpula.&#8221;</p>
<p>As propostas amplas, desenvolvidas pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, uma agência que governa muitas áreas da política econômica e industrial, incluem ampliar um imposto sobre recursos naturais, dar passos graduais para liberalizar as taxas de juro bancárias e desenvolver políticas para &#8220;promover a entrada eficiente de capital privado nas esferas de finanças, energia, ferrovias, telecomunicações e outras&#8221;, segundo diretriz emitida no site do governo.</p>
<p>Sem detalhes. Investidores estrangeiros terão mais oportunidades em finanças, logística, assistência médica e outros setores. Durante anos, governos, bancos e companhias ocidentais reclamaram que o governo impedia investimentos estrangeiros em bancos e outros setores de serviços, apesar das promessas. A recente diretriz não deu detalhes sobre que mudanças específicas nas regras para investimentos estrangeiros os dirigentes teriam em mente.</p>
<p>Os líderes chineses também estão prometendo acelerar esforços para liberalizar as taxas de juros e afrouxar os controles cambiais, o que deverá reduzir as distorções de preços na economia e permitir que o mercado determine o valor do yuan. Ontem o Banco Popular da China (banco central do país)divulgou uma declaração que repetiu as mesmas promessas.</p>
<p>A mudança não sinaliza o fim do governo grande na China, segundo especialistas. O Partido Comunista não deve abandonar o modelo de capitalismo de Estado, com os enormes oligopólios estatais, nem privatizará setores importantes considerados estratégicos, como bancos, energia e telecomunicações.</p>
<p>Mas analistas dizem que uma economia mais orientada para o mercado, com o governo com um papel menor no andamento dos negócios, pode ter consequências de longo alcance na economia global e melhorar as perspectivas de investidores estrangeiros, de multinacionais que operam na China e de empresários chineses.</p>
<p>Pequim parece estar acelerando as reformas porque tem poucas alternativas. A economia desacelerou neste ano em razão da queda nas exportações para a Europa e os EUA e de um crescimento mais lento dos investimentos. A elevação dos custos da mão de obra e uma moeda em processo de fortalecimento também reduziram a competitividade da indústria.</p>
<p>As dirigentes chineses parecem acreditar que mais gastos governamentais poderiam agravar as condições econômicas e decidiram que o setor privado precisa entrar no processo.</p>
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<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,china-da-sinais-de-abertura-economica-,1035504,0.htm" target="_blank">Link original da notícia</a></div>
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		<item>
		<title>Bancos públicos já respondem por quase metade do crédito no Brasil</title>
		<link>http://www.linuxfacil.net/consulcorp/2013/05/25/bancos-publicos-ja-respondem-por-quase-metade-do-credito-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 13:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estado Eduardo Cucolo, Renata Veríssimo, Aline Bronzati e Cynthia Decloedt Os bancos controlados pelo governo já respondem por quase metade do crédito no País Os bancos controlados pelo governo já respondem por quase metade do crédito no País. A participação de mercado de bancos públicos no crédito para consumidores e empresas chegou a 49,2% [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
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<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Estado</span></h3>
<p>Eduardo Cucolo, Renata Veríssimo, Aline Bronzati e Cynthia Decloedt</td>
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<h4>Os bancos controlados pelo governo já respondem por quase metade do crédito no País<span id="more-39957"></span></h4>
</td>
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<p align="justify">
<p align="justify">Os bancos controlados pelo governo já respondem por quase metade do crédito no País. A participação de mercado de bancos públicos no crédito para consumidores e empresas chegou a 49,2% em abril, depois que essas instituições lançaram no ano passado a política agressiva de redução de juros.</p>
<p>A pesquisa mensal de crédito do Banco Central mostrou que os bancos estatais registraram aumento de 29,1% na sua carteira de empréstimos nos 12 meses encerrados em abril. Nos bancos privados, essa expansão foi de 6,3%.</p>
<p>Desde abril do ano passado, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal promoveram uma série de cortes de juros, principalmente para o consumo, como parte da política do governo para tentar acelerar o crescimento do País. O BNDES também manteve o ritmo acelerado de liberação de dinheiro com juros subsidiados para empresas. Em abril de 2012, os bancos públicos detinham 44,4% do mercado.</p>
<p>Os dados do BC mostram que, nesse período, a inadimplência nas instituições estatais ficou estável, em 2% do total emprestado. Nas instituições privadas, esses atrasos caíram de 5,4% para 5,0% nos bancos de controle nacional, como Bradesco e Itaú Unibanco. Nos bancos de controle estrangeiro, como o Santander, a inadimplência subiu de 5,2% para 5,5%. O governo diz que os bancos públicos têm menor inadimplência porque concentram empréstimos em modalidades mais seguras, como os empréstimos habitacionais da Caixa.</p>
<p>Alberto Ramos, analista do Goldman Sachs, diz que os bancos privados ainda estão na defensiva no crédito. E Andre Riva Gargiulo, analista de bancos do Grupo Bursátil Mexicano (GBM), diz que a oferta de crédito por meio de bancos públicos ainda está muito forte. &#8220;Esperamos mais para a frente que se inicie uma redução desse ritmo, mas de uma maneira ainda muito gradual.&#8221;</p>
<p>Crédito fraco. A pesquisa do BC mostrou ainda que as operações de crédito desaceleraram pelo sexto mês consecutivo. O volume de empréstimos do chamado crédito livre (sem subsídios do governo) cresceu 11% nos 12 meses encerrados em abril, a menor taxa em três anos. A carteira de empréstimos para as famílias avançou 9%. Foi o quarto mês seguido de expansão abaixo de dois dígitos. Para as empresas, o aumento de 13% representou o sexto mês de desaceleração.</p>
<p>Segundo o BC, os dados mais fracos em abril, mês em que a liberação de novos empréstimos caiu 4,2% em relação ao mesmo período de 2013, estão em linha com o observado ao longo do primeiro quadrimestre, marcado pela moderação da atividade econômica e contenção de expectativas de empresários e consumidores.</p>
<p>A inadimplência da pessoa física recuou de 8% em dezembro de 2012 para 7,5% em abril. Já as taxas de juros ao consumidor subiram de 33,9% ao ano, em média, para 34,4%, acompanhando a elevação da taxa básica (Selic) pelo Banco Central.</p>
<p>Para as empresas, a inadimplência se manteve em 3,7% e os juros médios subiram de 18% para 19,2% ao ano.</p>
<p>O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, afirmou que o quadro é de expansão moderada do crédito e que os bancos têm adotado uma posição mais cautelosa desde meados do ano passado, depois de um período de inadimplência mais alta, &#8220;Essa moderação no crédito livre é evidência disso.&#8221;</p>
<p align="justify">
</td>
</tr>
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<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Argentina vai aplicar multas para garantir congelamento</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 13:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Globo Da Redação O governo argentino deverá aplicar multas para assegurar a manutenção dos preços de 500 produtos nas cifras acordadas com supermercados e produtores O governo argentino deverá aplicar multas para assegurar a manutenção dos preços de 500 produtos nas cifras acordadas com supermercados e produtores, informou o &#8220;La Nacion&#8221;. A Secretaria de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
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<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Globo</span></h3>
<p>Da Redação</td>
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<h4>O governo argentino deverá aplicar multas para assegurar a manutenção dos preços de 500 produtos nas cifras acordadas com supermercados e produtores<span id="more-39956"></span></h4>
</td>
</tr>
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<p align="justify">
<p align="justify">O governo argentino deverá aplicar multas para assegurar a manutenção dos preços de 500 produtos nas cifras acordadas com supermercados e produtores, informou o &#8220;La Nacion&#8221;.</p>
<p align="justify">A Secretaria de Comércio Interior quer que as sanções sejam impostas 24 horas após as denúncias, que ficarão a cargo de organizações populares. Na quarta-feira, a presidente Cristina Kirchner convocou os jovens militantes para fiscalizar os reajustes de preços, que deveriam ser mantidos iguais desde 1º de fevereiro. A expectativa da Secretaria de Comércio Interior é que o monitoramento, por consumidores e organizações sociais e políticas, sirva também para garantir o abastecimento nas gôndolas.</p>
<p align="justify">A fiscalização será feita em cadeias de supermercados de alcance nacional ou presença nas cidades mais importantes. Ao verificar irregularidades, as pessoas poderão informar à Secretaria de Comércio ou ao órgão de defesa do consumidor.</p>
<p align="justify">
</td>
</tr>
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<div>
<p><a href="https://www.oglobodigital.com.br/articles/278321.xml" target="_blank">Link original da notícia</a></div>
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</table>
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		</item>
		<item>
		<title>Concessão de crédito recua 4%</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 13:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Globo Gabriela Valente Foram R$ 13,5 bi em novos empréstimos em abril. Inadimplência e juros têm queda O ciclo do consumo em alta, movido pela compra de bens duráveis, está perto do fim e o crédito, até então combustível para o crescimento, já não tem mais a mesma força para impulsionar a atividade econômica, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Globo</span></h3>
<p>Gabriela Valente</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h4>Foram R$ 13,5 bi em novos empréstimos em abril. Inadimplência e juros têm queda<span id="more-39955"></span></h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify">
<p align="justify">O ciclo do consumo em alta, movido pela compra de bens duráveis, está perto do fim e o crédito, até então combustível para o crescimento, já não tem mais a mesma força para impulsionar a atividade econômica, que passará a depender cada vez mais do investimento. Essa é a avaliação dos economistas sobre o relatório mensal de empréstimos bancários, divulgado ontem pelo Banco Central (BC). Só no mês passado, a concessão de novos empréstimos no Brasil caiu, em média, 4%.</p>
<p align="justify">O relatório do BC mostra que R$ 13,5 bilhões em novos empréstimos foram concedidos no mês passado. Em março, esse número era de R$ 14,1 bilhões. A maior queda foi sentida nas concessões de financiamentos para empresas, justamente quando a equipe econômica tenta de todas as maneiras estimular novos contratos para financiar o investimento.</p>
<p align="justify">No total, há no país R$ 2,4 trilhões em empréstimos concedidos. No mês passado, o crescimento do crédito foi de 1,1% e de 16,4% nos últimos 12 meses. A expectativa do BC é que a marcha fique cada vez mais lenta até o fim do ano, quando o ritmo de expansão do volume de financiamentos deve chegar a 14%.</p>
<p align="justify">- Chegamos a uma situação de estrangulamento do crescimento por causa do esgotamento do consumo de bens duráveis. Foi um ciclo longo, mas está esgotado &#8211; disse o economista do Banco Espírito Santo, Flávio Serrano.</p>
<p align="justify">Ele observou que as famílias já compraram os bens que desejavam no início do ciclo de grande consumo. Agora, reorganizam suas finanças. Por isso, há uma redução da inadimplência.</p>
<p align="justify">Segundo o BC, o nível de calote das pessoas físicas caiu levemente, 0,1 ponto percentual, para 5,3%, em abril. Já a inadimplência das empresas percorreu o caminho inverso: aumentou 0,1 ponto percentual, para 2,3% no mês passado.</p>
<p align="justify">Apesar da alta da taxa básica de juros (Selic), que encarece o crédito no mercado, a média das taxas de juros cobradas pelos bancos das famílias brasileiras caiu, em abril, 0,1 ponto percentual para 24,3% ao ano. Foi um pequeno ajuste depois de os bancos terem elevado bastante os juros antes mesmo de o Comitê de Política Monetária (Copom) começar a apertar o cerco contra a inflação.</p>
<p align="justify">De acordo com a autoridade monetária, a pequena queda no custo financeiro para as famílias é resultado da diminuição das taxas de cartão de crédito e crédito pessoal. A disposição de trocar dívidas caras por outras mais baratas também colaborou para diminuir a taxa média cobrada.</p>
<p align="justify">- É a busca por um crédito mais longo e mais barato &#8211; afirmou o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel. &#8211; Saem do cheque especial e buscam algo mais barato, como o consignado.</p>
<p align="justify">bancos estão mais conservadores</p>
<p align="justify">Para o economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luiz Otávio Leal, o país vive um momento de transição do mercado de crédito por vários motivos. Um deles é a mudança de comportamento do brasileiro, que faz pesquisa de taxas mais baixas. O consumidor também troca o consumo de bens duráveis (até automóveis) pelo crédito imobiliário. Comprar a casa própria é considerado um investimento mas, por outro lado, compromete uma parcela maior da renda e impede as famílias de contraírem outros tipos de empréstimos.</p>
<p align="justify">Além disso, Leal lembrou que os bancos privados se contraíram e estão mais conservadores na hora de emprestar. Isso ajuda a frear o aumento do crédito. Segundo Leal, tudo atrapalha o crescimento do Brasil, que dependerá cada vez mais do investimento. O economista enfatizou que, na semana que vem, o IBGE divulga o resultado do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) no primeiro trimestre. Se o resultado vier acima de 1%, isso pode impulsionar o otimismo dos empresários e levá-los a tomar mais empréstimos para financiar investimentos.</p>
<p align="justify">- Tem um fator psicológico que a gente não pode descartar &#8211; alertou o analista.</p>
<p align="justify">
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<p><a href="https://www.oglobodigital.com.br/articles/278309.xml" target="_blank">Link original da notícia</a></div>
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		<title>Japão: caminho para mudança?</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 13:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Globo Paul Krugman O Japão era admirado, e temido, como paradigma econômico O Japão era admirado &#8211; e temido &#8211; como paradigma econômico. Best sellers de negócios colocavam samurais na capa, prometendo segredos de gerenciamento, e o cinema mostrava empresas de lá como seres implacáveis dominando os mercados. Daí, o país entrou numa descida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
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<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Globo</span></h3>
<p>Paul Krugman</td>
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<h4>O Japão era admirado, e temido, como paradigma econômico<span id="more-39954"></span></h4>
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<p align="justify">O Japão era admirado &#8211; e temido &#8211; como paradigma econômico. Best sellers de negócios colocavam samurais na capa, prometendo segredos de gerenciamento, e o cinema mostrava empresas de lá como seres implacáveis dominando os mercados. Daí, o país entrou numa descida e todos perderam o interesse, com exceção de alguns economistas, como Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que viram nos problemas da ilha não uma prova da incompetência dos japoneses, mas um presságio. Se o Japão podia ir tão mal, poderia acontecer o mesmo em outros países?</p>
<p align="justify">Sim e não. Hoje, em termos econômicos, somos todos japoneses &#8211; por isso, o experimento em curso lá se tornou tão importante para todos.</p>
<p align="justify">O mais notável sobre o &#8220;Abenomics&#8221; &#8211; a guinada nas políticas fiscal e monetária adotada pelo governo de Shinzo Abe &#8211; é que se trata de um caso único no mundo desenvolvido. O Ocidente parece derrubado pelo derrotismo. Nos EUA, o número de desempregados é quatro vezes maior que antes da crise, mas os republicanos só falam sobre falsos escândalos. E já faz algum tempo que o presidente Barack Obama não fala sobre criação de empregos. Ao menos estamos crescendo. A Europa está de volta à recessão e, nos últimos seis anos, tem crescido menos que entre 1929 e 1935. O desemprego bate recorde. Mas não há sinal de mudança. Na melhor das hipóteses, vemos um suave relaxamento de programas de austeridade impostos por Bruxelas e Berlim aos países devedores.</p>
<p align="justify">Seria mais fácil para as autoridades japonesas do que para o Ocidente dar pretextos: eles são prejudicados pelo envelhecimento da população; a economia sofre com problemas estruturais (como a discriminação contra as mulheres); a dívida é muito alta (maior que a grega, em termos relativos).</p>
<p align="justify">Mas a verdade &#8211; que o governo de Abe aparentemente percebe &#8211; é que esses problemas pioram a estagnação. Um impulso ao crescimento de curto prazo não cura as doenças, mas, se puder ser efetivado, é primeiro passo para um futuro mais brilhante.</p>
<p align="justify">Então o &#8220;Abenomics&#8221; está funcionando? É cedo para dizer. Mas os primeiros sinais são bons &#8211; e, não, a súbita queda das ações japonesas, anteontem, não muda o quadro. A boa notícia é o surpreendentemente rápido crescimento econômico no primeiro trimestre &#8211; mais rápido do que dos EUA. Além disso, as ações japonesas têm subido enquanto o iene cai, o que é bom porque as exportações ficam mais competitivas.</p>
<p align="justify">Alguns estão alarmados pela alta do juro de longo prazo, ainda que as taxas fiquem abaixo de 1%. Mas a combinação de juros e ações em alta sugere que ambos refletem mais otimismo, não preocupação com a insolvência.</p>
<p align="justify">Portanto, por ora, os esforços do Japão para movimentar sua economia estão indo bem. Se o &#8220;Abenomics&#8221; funcionar, dará a eles um necessário vigor e a nós um antídoto para as políticas letárgicas. Neste momento, o Ocidente parece sucumbir ao derrotismo. Não estamos nem tentando resolver os problemas. Isto precisa mudar &#8211; e, talvez, só talvez, o Japão seja o instrumento para esta mudança.</p>
<p align="justify">
</td>
</tr>
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<p><a href="https://www.oglobodigital.com.br/articles/278404.xml" target="_blank">Link original da notícia</a></div>
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		<title>Motor chinês perde força</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 13:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Globo Bruno Villa Bôas Com meta de expansão ameaçada, país aposta no setor privado e no câmbio mais livre O governo da China anunciou ontem que pretende aprofundar reformas econômicas neste ano, com medidas que incluem planos para urbanização, aumento do investimento privado e maior flexibilidade para que o yuan reflita as movimentações do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
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<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Globo</span></h3>
<p>Bruno Villa Bôas</td>
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<h4>Com meta de expansão ameaçada, país aposta no setor privado e no câmbio mais livre<span id="more-39953"></span></h4>
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<p align="justify">O governo da China anunciou ontem que pretende aprofundar reformas econômicas neste ano, com medidas que incluem planos para urbanização, aumento do investimento privado e maior flexibilidade para que o yuan reflita as movimentações do mercado financeiro, segundo diretrizes elaboradas pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (CNDR). O anúncio das medidas ocorre num momento em que especialistas apontam a perda de vigor da segunda maior economia do mundo, o que poderia levar o país a registrar seu menor crescimento em 23 anos. Em cinco meses, os analistas variaram de projeções otimistas a temores de que o país cresça abaixo da meta fixada este ano para o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos) de 7,5%.</p>
<p>- Sim, a meta de 7,5% está ameaçada &#8211; disse Ken Peng, economista do BNP Paribas, em Pequim. &#8211; A China não está em recessão, mas não haverá recuperação.</p>
<p>O premier Li Keqiang tem prometido expandir o papel das forças do mercado para sustentar o crescimento enquanto o país lida com questões como envelhecimento populacional e custos mais altos de exportações. Num discurso no dia 13 ao Partido Comunista Chinês (PCC), ele sinalizou que o governo reluta em aplicar medidas de estímulo para combater a desaceleração econômica. As diretrizes divulgadas ontem reforçam essa posição, sinalizando intervenção menor do governo para deixar que a concorrência entre empresas privadas seja o motor das decisões de investimento. Mas a apreensão entre economistas ganhou fôlego anteontem com a divulgação do Índice de Gerentes de Compras (o PMI Industrial do HSBC). O indicador sinalizou encolhimento da atividade industrial pela primeira vez em sete meses. Segundo a leitura preliminar do índice, em maio o PMI recuou para 49,6 pontos. Um número abaixo de 50 pontos indica contração. Em abril, a leitura final do PMI foi de 50,4 pontos.</p>
<p><strong>Recuo chinês já afeta o brasil</p>
<p></strong>As perspectivas de crescimento mais fraco na China já começam a afetar o Brasil em indicadores como o volume de exportações e o preço de commodities , segundo José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Na avaliação de Castro, a balança comercial brasileira pode registrar saldo de apenas US$ 5 bilhões este ano ou até mesmo um déficit com a desaceleração da economia mundial e, principalmente, da China, principal parceiro comercial do país.</p>
<p>- Tudo indica um segundo semestre pior para as exportações. E um déficit na balança comercial significa uma contribuição negativa para o crescimento da economia brasileira &#8211; afirma Castro, lembrando que o saldo da balança foi de US$ 19,4 bilhões em 2012, o pior desempenho em dez anos.</p>
<p>Carlos Langoni, coordenador do Centro de Economia Internacional da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que a desaceleração chinesa marca o fim do chamado superciclo das commodities , que beneficiou a economia brasileira na última década. Isso pode reduzir o potencial de crescimento do PIB de 4% para 3% nos próximos anos:</p>
<p>- O superciclo durou até 2008, entrou em declínio na crise, e depois se recuperou. O fim desse ciclo não significa que os preços das commodities vão desabar, mas ficarão em patamar menor, especialmente as commodities minerais e metálicas. Isso coloca uma pressão para que o Brasil faça a transição de um crescimento baseado em consumo para um de investimentos. É o espelho do que ocorre na China, que busca incentivar o consumo.</p>
<p>O impacto do ritmo mais baixo de crescimento do PIB chinês pode ser ainda mais significativo para a economia mundial. Segundo analistas ouvidos pelo jornal &#8220;New York Times&#8221;, as mudanças que vêm sendo anunciadas por Pequim refletem uma alteração estrutural importante na dinâmica de desenvolvimento econômico do país. De acordo com esses analistas, após anos apoiando sua expansão em gastos do governo para estimular setores exportadores, a China dá sinais de que vai apostar no mercado interno, em que o setor privado e as forças do mercado terão papel de protagonistas, sobretudo em setores como financeiro, energético, ferroviário e telecomunicações. Ontem, o governo também enfatizou esforços para controlar o risco de endividamento fiscal de governos locais.</p>
<p>- O novo governo está se movendo na direção correta, com foco em reforma em vez de estímulo &#8211; disse à agência Bloomberg News Chang Jian, economista do Barclays, em Hong Kong. &#8211; Mas a reforma não pode ser feita da noite para o dia: essas mudanças exigirão discussões e negociações.</p>
<p>A desaceleração da China pressionou a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nos últimos dois pregões. Ontem, o Ibovespa fechou em leve alta de 0,1%, aos 56.406 pontos, sob o peso das ações de empresas de commodities e siderúrgicas. As ações preferenciais (sem voto) da Vale caíram 0,92%, a R$ 30,10. Gerdau PN teve queda de 2,64%, a R$ 13,26.</p>
<p align="justify">
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<p><a href="https://www.oglobodigital.com.br/articles/278497.xml" target="_blank">Link original da notícia</a></div>
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		<title>A armadilha da informalidade</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 13:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Globo Elizabeth Tinoco Durante os últimos anos, a América Latina conseguiu ter uma situação de crescimento econômico com redução de desemprego Durante os últimos anos, a América Latina conseguiu ter uma situação de crescimento econômico com redução de desemprego. No entanto, nesta região ainda há mais de 100 milhões de pessoas que trabalham na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
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<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Globo</span></h3>
<p>Elizabeth Tinoco</td>
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<h4>Durante os últimos anos, a América Latina conseguiu ter uma situação de crescimento econômico com redução de desemprego<span id="more-39952"></span></h4>
</td>
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<p align="justify">
<p align="justify">Durante os últimos anos, a América Latina conseguiu ter uma situação de crescimento econômico com redução de desemprego. No entanto, nesta região ainda há mais de 100 milhões de pessoas que trabalham na informalidade, esta zona turva de nossas economias onde se perpetua a pobreza e aumenta a desigualdade.</p>
<p>Em todos os países latino-americanos está presente a informalidade laboral. O crescimento econômico é essencial para gerar mais empregos de melhor qualidade, mas não é suficiente. Inclusive se a região crescesse a 4% anualmente, um nível alto e que por certo já não será alcançado neste ano de incertezas, seriam necessários pelo menos 55 anos para reduzir a informalidade à metade. Este é um prazo demasiado longo, em desacordo com as aspirações de desenvolvimento de nossos países.</p>
<p>Portanto, para reduzir a informalidade é preciso colocar em práticas políticas e ações deliberadas que complementem o crescimento econômico.O primeiro passo é melhorar a medição e o diagnóstico de um fenômeno complexo e que tem características diferentes segundo o território, o setor, ou grupo de população. Por exemplo, a informalidade afeta mais as mulheres e os jovens.</p>
<p align="justify">Quais trabalhadores são informais? Os números disponíveis indicam que na América Latina existem altas taxas de informalidade entre os trabalhadores por conta própria (83%), os trabalhadores domésticos (77,9%), os empregadores (36,3%) e inclusive os assalariados nas empresas (29,3%).</p>
<p>Quase 80% do emprego nesta região são gerados pelo setor privado. Existem cerca de 58,8 milhões de pessoas que possuem um negócio, mas a grande maioria, 48 milhões, são unidades unipessoais, e outras 8,5 milhões são micro e pequenas empresas com menos de cinco empregados. Em ambos os casos, predomina a informalidade.</p>
<p>Na luta contra a informalidade, é crucial revisar as normas para facilitar o cumprimento por parte de empresas e trabalhadores. Também são relevantes os incentivos para a formalização.</p>
<p>E, desde logo, melhorar a capacidade da administração pública para a inspeção do cumprimento das leis. Educação e formação dos trabalhadores, inovação e desenvolvimento tecnológico, simplificação de trâmites, acesso a mercados, também são essenciais.</p>
<p>Vivemos uma realidade dinâmica: a cada ano se incorporam ao mercado de trabalho da região cerca de 5 milhões de pessoas, a maioria jovens. Significa que até 2020 será preciso gerar cerca de 40 milhões de empregos formais, somente para que a situação atual não piore.</p>
<p align="justify">
</td>
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<p><a href="https://www.oglobodigital.com.br/articles/278498.xml" target="_blank">Link original da notícia</a></div>
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