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		<title>Veja as manchetes dos principais jornais desta terça-feira</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[da Folha - DE SÃO PAULO * Jornais nacionais Folha de S.Paulo &#8220;Contra tudo&#8221; e por mudanças, milhares vão às ruas no país Agora S.Paulo 65 mil ocupam as avenidas de SP O Estado de S.Paulo Protesto se espalha pelo País e políticos viram alvo O Globo Um país que se mexe: O Brasil nas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-size: 13px;">da Folha </span><strong style="font-size: 13px;">- DE SÃO PAULO</strong></h1>
<p><span id="more-41074"></span></p>
<p>*</p>
<p><b>Jornais nacionais</b></p>
<p><b>Folha de S.Paulo</b><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/">&#8220;Contra tudo&#8221; e por mudanças, milhares vão às ruas no país</a></p>
<p><b>Agora S.Paulo</b><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/agora/">65 mil ocupam as avenidas de SP</a></p>
<p><b>O Estado de S.Paulo</b><br />
Protesto se espalha pelo País e políticos viram alvo</p>
<p><b>O Globo</b><br />
Um país que se mexe: O Brasil nas ruas</p>
<p><b>Valor Econômico</b><br />
Demanda por crédito no país cai e frustra bancos</p>
<p><b>Correio Braziliense</b><br />
A nova cara do Brasil</p>
<p><b>Estado de Minas</b><br />
Insurreição</p>
<p><b>Zero Hora</b><br />
O protesto</p>
<p><b>Brasil Econômico</b><br />
Protecionismo confronta a indústria e os importadores</p>
<p>*</p>
<p><b>Jornais internacionais</b></p>
<p><b>The Washington Post</b> (EUA)<br />
EUA e Irã suavizam tom</p>
<p><b>Le Figaro</b> (França)<br />
Juiz Gentil acusado de parcialidade contra Sarkozy</p>
<p><b>El País</b> (Espanha)<br />
Ministério de nega a retirar as suspeitas contra filha do rei</p>
<p><b>Clarín</b> (Argentina)<br />
Crime de Angeles: &#8220;Sou o responsável, (&#8230;) fui eu&#8221;, afirma porteiro</p>
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		<title>Protestos atestam que há algo mal resolvido no país e que ainda vai longe. A ressaca será dolorosa</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[  Movimento de jovens toma proporções inusitadas, conquista apoios e avança contra o transporte caótico, a inflação, a insegurança, a corrupção, os políticos Antonio Machado  A semana mal havia começado na madrugada de segunda-feira e as redes sociais repercutiam a fala do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, em que mais uma vez ele diz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table width="595" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td height="1"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify"><strong>Movimento de jovens toma proporções inusitadas, conquista apoios e avança contra o transporte caótico, a inflação, a insegurança, a corrupção, os políticos</strong></p>
<p><span><i><a href="mailto:abarros8@terra.com.br">Antonio Machado<span id="more-41073"></span></a></i></span></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify">
<p> A semana mal havia começado na madrugada de segunda-feira e as redes sociais repercutiam a fala do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, em que mais uma vez ele diz não haver “alívio nem trégua no combate à inflação”, dividindo espaço com as notas sobre novos protestos contra as tarifas de ônibus horas depois em São Paulo, no Rio, em Brasília, Belo Horizonte. No país, enfim.</p>
<p>Os assuntos estão interrelacionados, ainda que os protestos tenham se iniciado sob a bandeira ou a liderança do Movimento Passe Livre, com reivindicações sob o pretexto do alto custo e o mau serviço dos transportes coletivos. Era mais que isso, tal como com a inflação, que reflete aumentos de preços, ora do tomate, ora da gasolina, mas sempre como sequela de um padrão ruim de política econômica e de conflitos mal resolvidos de partilha da renda.</p>
<p>A coalizão difusa de jovens, nascida em Florianópolis anos atrás, foi levada a outras capitais, sobretudo em São Paulo e no Rio, com mobilizações pelo Facebook e o molho de grupos de extrema-esquerda, sem líderes explícitos e contra os partidos formais &#8211; apanhados de surpresa, todos, do PT ao PSDB. E tomou proporções inusitadas.</p>
<p>A inflação é parte da febre, à falta de causas explícitas, como o sintoma de desarranjos, que brotam da economia, e de frustração de expectativas, tornadas sociais, ao fincar raízes e se desdobrar em distorções multifacetadas. O mal-estar está no mercado financeiro, na insegurança empresarial, na insatisfação difusa, especialmente dos jovens, acumula-se a outros conflitos, e um dia chega às ruas.</p>
<p>Como definiu o escritor Ignácio de Loyola Brandão, “os protestos não são contra os 20 centavos”, o aumento da passagem de ônibus na cidade de São Paulo, elevada pelo prefeito Fernando Haddad, do PT, depois de um ano e meio sem correção, de R$ 3,00 para R$ 3,20, numa decisão acompanhada pelo governador Geraldo Alckmin, do PSDB, com o reajuste das passagens de trem e metrô, administrados pelo estado.</p>
<p>Os protestos, ele reflete, “são contra a vida miserável, expressam o saco cheio, e é apenas um rastilho, o bicho ainda vai pegar”.</p>
<p><strong>Não é, mas sempre foi</strong></p>
<p>As analogias com a economia parecem visíveis, quando o BC reacende o forno dos juros e a presidente Dilma Rousseff diz que a inflação esteve, está e estará sob controle. Não é só a carestia o problema, mas a impaciência com as transformações que demoram a acontecer em meio à crise externa e a um horizonte de venturas que se distancia.</p>
<p>O que esperar, por exemplo, de um cenário de moeda desvalorizada, depois de oito anos com o governo Lula encucando que ordinário era o dólar, o real forte era o futuro, não devíamos mais nada ao FMI, aliás, tornáramos credor da antiga besta fera da dívida externa? A percepção de moeda depreciada é a sua contrapartida, equivocada ou não, de arrocho salarial. Não é bem assim, mas sempre foi assim.</p>
<p><strong>Os partidos humilhados</strong></p>
<p>A esquerda se equivocou ao achar que a insatisfação com os rumos da economia seria apenas da banca e dos investidores estrangeiros, devido à queda dos juros. Podia ser mais com o sentimento de que o país perdeu tempo com questões acessórias.</p>
<p>Não é o caso dos juros, não obstante, tal como a inflação, eles sejam, de fato, sintomas de problemas estruturais nunca enfrentados, como a expansão do gasto público sem compensação equivalente, o estado paquidérmico, inepto, lideranças políticas voltadas para o próprio umbigo, e por ai vai.</p>
<p>A oposição também avaliou mal tais problemas, supondo que seria o estuário dos desprazeres sociais. Os protestos, que começaram dos jovens, tendem a ser de muitos mais, desautorizando a representação de partidos, como o ministro Aloizio Mercadante intuiu ao admitir, demonstrando uma maturidade rara entre os políticos, que o PT não é “cadeia de transmissão” do ânimo social. No ato de quinta-feira, em São Paulo, bandeiras de partidos foram rasgadas, inclusive do PT.</p>
<p><strong>Os limites esgarçados</strong></p>
<p>O movimento das ruas induz a dois tipos de reflexão: uma delas é a de desaprovação, devido ao vandalismo que tem acompanhado, com mais ou menos intensidade, os protestos; outra é a de sentir que há algo doentio na sociedade e entender suas causas. Não há só uma.</p>
<p>Certo é que eles transbordaram os instrumentos de representação e, por mais que os protestos sejam justos, há limites intransponíveis no Estado de Direito, como a inviolabilidade do Congresso Nacional.</p>
<p>Os manifestantes esgarçaram o direito de protesto com a invasão do Congresso. A desocupação pacífica e incondicional é o mínimo, já que conseguiram o máximo: humilhar os políticos, todos, governistas e oposicionistas. Felizmente, não passaram do cerco.</p>
<p>A ressaca desse ato será dolorida, só não pode ser imprevisível. Nem faltar maturidade a quem deveria ter cuidado antes para as coisas não chegarem ao ponto que chegou.</p>
<p><strong>Insatisfação é global</strong></p>
<p>O que vai ser depende de bom senso dos governantes, no plural, já que a responsabilidade é geral, e dos estudantes, parcela principal entre os manifestantes. Os excessos terão de ser coibidos, não há jeito, mas não há que buscar responsáveis em meio às águas turvas.</p>
<p>Com atraso, o país mimetiza a insatisfação de outros centros tão diferentes entre si, do estado policial da China, onde não passa semana sem protestos de ruas, à Europa hipercivilizada, temerosa de retroceder um século de avanços sociais. O cadinho que movimenta a sociedade é econômico, onde falta segurança sobre o dia seguinte, e também é do senso de setores da sociedade de participar de decisões sobre suas vidas, se quem deveria fazê-lo se mostrou inapto.</p>
<p>Entender as transformações que detonam tais anseios e medos é mais producente que buscar o rabo do demônio nos movimentos sociais.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>A opção pelo mais fácil</title>
		<link>http://www.linuxfacil.net/consulcorp/2013/06/18/a-opcao-pelo-mais-facil/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estado de S. Paulo Celso Ming Surpreendido pelas derrapadas seguidas na área econômica, o governo Dilma foi chamado a optar entre uma vigorosa correção de rumos e a manutenção, com um ou outro ajuste, do mesmo arranjo de políticas que prevaleceram até aqui Surpreendido pelas derrapadas seguidas na área econômica, o governo Dilma foi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Estado de S. Paulo</span></h3>
<p>Celso Ming</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h4>Surpreendido pelas derrapadas seguidas na área econômica, o governo Dilma foi chamado a optar entre uma vigorosa correção de rumos e a manutenção, com um ou outro ajuste, do mesmo arranjo de políticas que prevaleceram até aqui<span id="more-41072"></span></h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify">
<p align="justify">Surpreendido pelas derrapadas seguidas na área econômica, o governo Dilma foi chamado a optar entre uma vigorosa correção de rumos e a manutenção, com um ou outro ajuste, do mesmo arranjo de políticas que prevaleceram até aqui.</p>
<p>Pelas indicações que chegam de Brasília, a decisão parece ter sido a mais fácil: manter e, até mesmo, aprofundar a combinação de políticas que provocaram as distorções já conhecidas: crescimento teimosamente baixo, inflação alta e renitente, desequilíbrio nas contas externas e uma indústria enfraquecida.</p>
<p>Duas parecem ter sido as razões que levaram o governo a decidir-se por deixar tudo como está. A primeira foi evitar passar mais um recibo público pelo fracasso de sua política econômica. A outra foi o entendimento de que uma terapia com base no aumento da responsabilidade fiscal (controle mais rígido das despesas públicas) e no reforço do investimento podia não produzir os efeitos desejados a tempo de lhe dar proveito nas próximas eleições.</p>
<p>Daí o lançamento na semana passada de um programa (&#8220;Minha Casa Melhor&#8221;), com R$ 18,7 bilhões em recursos públicos destinados a financiar, a juros subsidiados, aparelhos domésticos e móveis. Trata-se de um novo pacote designado a reforçar o consumo, a despeito das juras feitas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que coisas assim não se repetiriam.</p>
<p>Sobra o Banco Central para enfrentar sozinho a disparada dos preços e tentar recuperar a capacidade de conduzir as expectativas. Na edição de domingo do jornal Valor Econômico, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, avisou que não há limites para a alta dos juros, dando a entender que está disposto a fazer o que tem de ser feito, mesmo sem contar com a colaboração das políticas a cargo de outras áreas do governo. Como os efeitos da política monetária levam entre seis e nove meses para aparecer, é provável que até as vésperas das eleições toda a alta dos juros promovida pelo Banco Central também não terá produzido o efeito desejado de debelar a inflação.</p>
<p>Essa determinação de Tombini, que apareceu um pouco tarde, mas ainda a tempo, não combina com o discurso da presidente Dilma de que os velhos do Restelo semeiam um pessimismo mórbido e que a inflação, que está &#8220;hoje sob total controle do governo&#8221;, logo mais refluirá.</p>
<p>Não é bem assim. Há meses, o Banco Central vem advertindo que a inflação está alta demais (e não propriamente sob controle) e que o governo está gastando demasiadamente. Se este é o discurso dos ranhetas da hora, então o Banco Central também é um deles.</p>
<p>Ao decidir por não corrigir radicalmente seu rumo, o governo Dilma está apostando que conseguirá administrar com sucesso suas atuais vantagens eleitorais. No entanto, a inflação em doze meses está no teto da meta (6,5%). É alta a probabilidade de que nos próximos três meses salte para acima desse nível. É uma situação que, por si só, tende a aprofundar a falta de confiança que hoje atinge a atividade econômica e a colocar em marcha forças ainda mais desestabilizadoras do que as que vêm surpreendendo a presidente Dilma. A disparada do dólar é um aviso.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		</item>
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		<title>Bolso sob ataque</title>
		<link>http://www.linuxfacil.net/consulcorp/2013/06/18/bolso-sob-ataque/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:37:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Correio Braziliense Diego Amorim Mau humor com a economia brasileira se dissemina. Analistas preveem PIB abaixo de 2,5% e inflação e juros maiores Enquanto o Planalto ainda digere as vaias levadas pela presidente Dilma Rousseff na abertura da Copa das Confederações e se desdobra para reverter a onda de pessimismo no país, as previsões econômicas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">Correio Braziliense</span></h3>
<p>Diego Amorim</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h4>Mau humor com a economia brasileira se dissemina. Analistas preveem PIB abaixo de 2,5% e inflação e juros maiores<span id="more-41071"></span></h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify">
<p align="justify">Enquanto o Planalto ainda digere as vaias levadas pela presidente Dilma Rousseff na abertura da Copa das Confederações e se desdobra para reverter a onda de pessimismo no país, as previsões econômicas traçam quadros cada vez piores. A semana começou com o mercado financeiro reduzindo as projeções de crescimento e elevando as projeções para a inflação e os juros.<br />
Pela primeira vez, o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, apresentou estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) abaixo de 2,5% em 2013. Foi o quinto recuo consecutivo semanal desse indicador. Caso se confirme a projeção mais recente, de 2,49%, o desempenho da atividade ficaria abaixo do registrado no primeiro ano da gestão Dilma, em 2011, quando o Brasil cresceu 2,7%, e muito aquém da meta de 3,5% perseguida pelo governo.</p>
<p>A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência para o sistema de metas de inflação, subiu de novo: de 5,80% para 5,83%. O mercado acredita, ainda, em aperto maior nos juros, com a taxa básica (Selic) chegando ao fim deste ano em 9%. Tornam o desânimo mais latente a queda na previsão de superavit da balança comercial (de US$ 7,35 bilhões para US$ 6,5 bilhões) e a acomodação dos investimentos estrangeiros (US$ 60 bilhões).</p>
<p>As expectativas nada animadoras levaram o governo a rever estratégias, uma vez que a nova classe média, principal base eleitoral, tem sofrido com as consequências da perversa combinação entre crescimento baixo e inflação alta. &#8220;A economia não cresce, os preços continuam aumentando, e a insatisfação já está generalizada. O quadro é bastante delicado&#8221;, disse o economista-chefe da Opus Investimento, José Márcio Camargo.</p>
<p>Com o dólar subindo &#8211; ontem, a moeda americana atingiu o maior valor desde abril de 2009 -, o temor da carestia tende a aumentar. Até o otimista presidente do BC, Alexandre Tombini, que, na ânsia de cumprir as ordens do Palácio do Planalto, chegou a dizer, atabalhoadamente, que o câmbio não afetaria os preços, mudou o discurso e já admite que o custo de vida será afetado pela disparada do dólar.</p>
<p>A tendência, acredita o economista José Márcio Camargo, é de deterioração da atividade no Brasil, o que pode ser determinante para o resultado das eleições de 2014. Para Júlio Miragaya, do Conselho Federal de Economia, o governo não se mostra muito disposto a fazer mais do que tem feito. &#8220;As chances de recuperação não são as melhores. E a impressão que dá é que eles esperarão para ver o que vai acontecer com os investimentos, com o consumo das famílias e com o cenário externo.&#8221;</p>
<p><strong>Sem alívio</strong></p>
<p>O governo se esforça para manter o discurso de que a inflação está sob controle, mas nos supermercados os preços continuam subindo, sem sinais de alívio. A servidora pública Flávia Régia Belo de Lima, 34 anos, diminuiu a lista de compras há dois meses. Mesmo assim, os R$ 900 destinados todo mês à alimentação não conseguem atender mais as necessidades da família. &#8220;Para não faltar, tenho que controlar muito. Aproveito as promoções, mas nem sempre consigo&#8221;, lamentou.</p>
<p>Com a inflação de vários itens da cesta básica, o administrador Luiz Henrique Barroso, 43, optou por substituir produtos. &#8220;Troquei a carne de boi pela de frango. Mas o preço subiu e eu pensei em trocar pelo ovo, mas ele também está caro&#8221;, exemplificou. Ele gasta, em média, R$ 600 por mês com alimentação. Como boa parte das famílias, há cerca de seis meses Barroso já não consegue comprar a mesma quantidade de alimentos pelo mesmo preço.</p>
<p>O economista-chefe da Concórdia Corretora, Flávio Combat, observou que o histórico recente mostra que os ciclos de inflação de alimentos se tornaram mais intensos e frequentes. &#8220;Os dados confirmam a dificuldade de expansão da atividade e a desaceleração do consumo das famílias, com perspectiva de menor crescimento em 2013 e 2014&#8243;, frisou.</p>
<p>Na sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o IPCA-15 de junho. O Itaú Unibanco estima alta de 0,39%, o que elevaria o indicador anual para 6,69%, acima do teto da meta. Ontem, o Correio percorreu supermercados e encontrou farinha de Mandioca amarela por R$ 16,90, pimentão a R$ 11,29, dúzia de ovos a R$ 4,95 e litro de leite por R$ 3,39.</p>
<p>O cenário nacional levou o banco inglês Barclays a manifestar preocupação com o país. Para a instituição, que reduziu a previsão de alta do PIB deste ano para 2,3%, o Brasil poderá ser rebaixado pelas agências de classificação de risco até o começo de 2014. &#8220;O crescimento econômico não decola, e a inflação permanece alta&#8221;, destacam os economistas Guilherme Loureiro e Marcelo Salomon, para quem o controle de gastos públicos ficará complicado até as eleições.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os riscos que vêm dos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Correio Braziliense Simone Kafruni BC americano pode anunciar, amanhã, o término da injeção mensal de US$ 85 bilhões na economia. No Brasil, turbulência deve crescer Os olhares do mundo se voltam hoje e amanhã para os Estados Unidos e para o que o colegiado do Federal Reserve (Fed, o Banco Central do país) vai decidir. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">Correio Braziliense</span></h3>
<p>Simone Kafruni</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h4>BC americano pode anunciar, amanhã, o término da injeção mensal de US$ 85 bilhões na economia. No Brasil, turbulência deve crescer<span id="more-41070"></span></h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify">
<p align="justify">Os olhares do mundo se voltam hoje e amanhã para os Estados Unidos e para o que o colegiado do Federal Reserve (Fed, o Banco Central do país) vai decidir. O mercado teme que Ben Bernanke, o presidente da instituição, anuncie o fim dos estímulos à economia norte-americana &#8211; incentivos equivalentes a injeção de US$ 85 bilhões mensais no país. No Brasil, o impacto dessa decisão, caso ela se confirme, será um maior descontrole dos preços, disparada do dólar frente o real, aumento do endividamento das empresas e queda da bolsa.<br />
Samy Dana, professor de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), ponderou que qualquer que seja a decisão do Fed, vai refletir em aumento de preços no Brasil. &#8220;O mercado reage a duas coisas: ao fato em si e à sinalização do fato. Aqui, qualquer uma das duas coisas vai gerar mais inflação, porque o dólar continuará se valorizando, e a moeda norte-americana tem muita força sobre os preços&#8221;, disse. Na avaliação do economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, o mercado está atento ao que será decidido desde 30 de abril, quando Bernanke acenou com a redução dos estímulos. &#8220;Se ele tirar ou reduzir esse dinheiro, vai diminuir também a oferta monetária, e a tendência é a maior valorização do dólar&#8221;, observou. &#8220;Todos os países emergentes terão suas moedas desvalorizadas e isso é um movimento normal, que será muito mais intenso no Brasil, porque o país tem mais problemas&#8221;, argumentou Agostini.</p>
<p>O Brasil é a única grande economia emergente que está em processo de elevação dos juros básicos (Selic). O Banco Central brasileiro, na última reunião do Comitê de Política Monetária</p>
<p>(Copom), aumentou a taxa de 7,50% ao ano para 8%. A tendência, de acordo com especialistas, é de que esse processo continue até os 9%. Para Agostini, há dúvidas de que o governo seja capaz de realizar um superavit primário (economia para pagar os juros da dívida) sem descontos, a inflação está no teto da meta, e ainda há ingerência política em empresas, como na Petrobras e Eletrobras. &#8220;Isso coloca o país em situação de desigualdade para encarar a volatilidade no mercado&#8221;, explicou Agostini.</p>
<p><strong>Consenso</strong></p>
<p>A valorização do dólar frente o real, segundo economistas, piora as condições das contas externas. Isso porque as exportações não têm crescido, e o número de empresas endividadas na moeda é elevado. O mercado, entretanto, não acredita que o Fed vá reduzir, nesta semana, os estímulos. Não há consenso, de acordo com Agostini, entre os integrantes da instituição. Alguns acham que o incentivo deveria ter sido cortado há mais tempo, mas a maioria quer esperar uma melhora mais efetiva da economia.</p>
<p>O economista-chefe do HSBC nos Estados Unidos, Kevin Logan, espera que o comitê mantenha os estímulos. Ele alertou, contudo, que será a oportunidade de o Fed esclarecer as declarações do chairman. Em afirmações recentes, Bernanke sinalizou que o programa Quantitativie Easing (QE), que tem injetado bilhões na economia desde o estouro da crise financeira, em 2008, poderá ser reduzido.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Mexendo em vespeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estado de S. Paulo José Paulo Kupfer As condições prospectivas da economia brasileira continuam a piorar, pelo menos na visão dos analistas de mercado As condições prospectivas da economia brasileira continuam a piorar, pelo menos na visão dos analistas de mercado. Os ajustes semanais nas projeções para os indicadores macroeconômicos, organizados e divulgados pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Estado de S. Paulo</span></h3>
<p>José Paulo Kupfer</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h4>As condições prospectivas da economia brasileira continuam a piorar, pelo menos na visão dos analistas de mercado<span id="more-41069"></span></h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify">
<p align="justify">As condições prospectivas da economia brasileira continuam a piorar, pelo menos na visão dos analistas de mercado. Os ajustes semanais nas projeções para os indicadores macroeconômicos, organizados e divulgados pelo Banco Central no boletim Focus, dão sustentação a essas percepções.</p>
<p>O que já estava difícil ficou ainda mais complicado com o agravante trazido pelas trepidações recentes no mercado de câmbio. Elas refletem, principalmente, os movimentos prévios das nuvens de gafanhoto financeiras globais ao previsto início da reversão da política de afrouxamento monetário, nos Estados Unidos.</p>
<p>No caso específico do Brasil, não só aliquidez e aprofundidade do seu mercado cambial estão à frente de muitos dos emergentes, o que colabora para que picos e vales das cotações do dólar se acentuem. Além disso, a economia estásendo pega em momento de fragilidade interna, inclusive e especialmente, nas contas externas, o que reduz o interesse estrangeiro de inversão no mercado brasileiro e aumenta a coceira para cair fora.</p>
<p>Explica-se a ansiedade em torno da decisão sobrejuros nos EUA, ao fim da reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc, na siglaem inglês), o corres-</p>
<p>pondente ao nosso Copom, amanhã, e mais do que tudo, do discurso do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, previsto para logo em seguida. A expectativaé de que as palavras de Ber-nanke contenham chaves para a deci-fração dos enigmas da data do início, da velocidade e das formas de execução do processo de enxugamento da liquidez promovido nos últimos anos.</p>
<p>Não importa que o cenário do momento apresente ambiguidades &#8211; o ímpeto darecuperação econômicaamericana é o principal deles -, cenas de &#8220;overshootings&#8221; explícitos, como as altas recentes além do razoável nas curvas dosjuros futuros nos EUA, são típicas dos mercados financeiros. Uma</p>
<p>certa correção dos exageros, na abertura dos mercados externos nesta semana e àsvésperas do esperado evento de amanhã, só confirma a regra &#8211; incluindo a regra de que, nessas ocasiões, o mercado brasileiro tende a ser um dos mais voláteis.</p>
<p>Ainda que não seja tão difícil desenhar as grandes linhas do que ocorrerá quando a retirada de liquidez tiver início, impossível antecipar seus movimentos mais abrangentes e efetivos. Em qualquer circunstância, a manobra é arriscada e exigirá grande perícia, para que nãose volte contra o feiticeiro que a produziu. Reverter a liquidez extraordinária significa mexer num gigantesco vespeiro.</p>
<p>Calcula-se que, nos últimos cinco anos, os bancos centrais injetaram US$12 trilhões nos mercados financeiros e promoveram 500 cortes de taxas de juros. Essa montanha de liquidez, contudo, mal passa de 5% do estoque total de ativosfinanceiros embuscada melhor remuneração nos mercados globais.</p>
<p>Levantamentos sistemáticos do McKinsey Global Institute (MGI),braço de pesquisa da consultoria global McKinsey, indicam que esse estoque</p>
<p>vem crescendo agora em ritmo mais lento &#8211; média de 1,9% ao ano desde o início da crise &#8211; do que o registrado no explosivo período que vai de 2000 a 2007. Mas já superou, em 2012, o recorde de 2007, alcançando estratosféricos US$ 230 trilhões. Mesmo que hoje represente &#8220;apenas&#8221; quatro vezes toda a produção mundial de bens e serviços, em um ano, ante quatro vezes e meia, em 2007, é um volume assustador de recursos.</p>
<p>É óbvio que deslocamentos des-coordenados, ainda que somente de parte dessa imensa massa de recursos, têm potencial mais do que suficiente para produzir fortíssimas instabilidades na economia global. Por isso, embora já se comece a falar em outubro como data do início dareversão dos &#8220;quantitative easings&#8221; (QEs), é mais provável que o Fed espere um pouco mais &#8211; possivelmente até algum ponto de 2014-por uma confirmação menos superficial e difusa da qualidade da retomada nos EUA. E que opere essa delicada &#8220;operação desmanche&#8221; com extremo cuidado, em pequenas e bem medidas doses.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Juro sobe com dólar e já indica chance de Selic a 8,75% em julho</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:32:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estado de S. Paulo Márcio Rodrigues O avanço do dólar em relação ao real, que fez a moeda americana fechar acima de R$ 2,17 no mercado à vista de balcão, também impulsionou as taxas dos contratos futuros O avanço do dólar em relação ao real, que fez a moeda americana fechar acima de R$ [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Estado de S. Paulo</span></h3>
<p>Márcio Rodrigues</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h4>O avanço do dólar em relação ao real, que fez a moeda americana fechar acima de R$ 2,17 no mercado à vista de balcão, também impulsionou as taxas dos contratos futuros<span id="more-41067"></span></h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify">
<p align="justify">O avanço do dólar em relação ao real, que fez a moeda americana fechar acima de R$ 2,17 no mercado à vista de balcão, também impulsionou as taxas dos contratos futuros de juros na sessão de ontem. E nem mesmo a atuação do Banco Central (BC) para conter a alta do dólar no mercado futuro conseguiu retirar o ímpeto dos juros. Em meio à desconfiança com a economia e aos receios de que o dólar elevado possa pressionar ainda mais a inflação, a taxa do contrato futuro de juros com vencimento em janeiro de 2014 subiu para 8,90%, ante os 8,75% da última sexta-feira. Já o vencimento para janeiro de 2021 ficou em 11,15%, ante 10,88%. Na prática, as taxas indicam que os investidores já apostam, de forma majoritária, que o Comitê de Política Monetária (Copom) elevará em 0,75 ponto porcentual a Selic (a taxa básica de juros da economia) na reunião de julho. Atualmente, a Selic está em 8,00% ao ano.</p>
<p>No câmbio, o dólar à vista negociado no balcão superou o patamar de R$ 2,17, com os investidores testando a disposição do Banco Central em segurar a moeda. A autoridade monetária manteve-se fora dos negócios na maior parte do dia, mas anunciou um leilão de swap (equivalente à venda de dólares no mercado futuro) perto das 16h30, no encerramento do mercado à vista. Isso não alterou o fechamento da moeda no balcão, em alta de 1,31%, a R$ 2,1720, mas fez o dólar para julho desacelerar de forma consistente seus ganhos no mercado futuro. A alta do dólar ante outras divisas com elevada correlação com commodities, o cenário externo indefinido e as preocupações com a economia brasileira deram força à moeda americana no Brasil.</p>
<p>Já a Bovespa voltou a decepcionar e caiu 0,49%, aos 49.088,65 pontos, na contramão dos ganhos em Nova York. A Bolsa foi influenciada pelas perdas das empresas do Grupo X, com destaque para o recuo de 15,46% da OGX. Nem mesmo a alta dos papéis de Vale, Petrobrás e bancos foi suficiente para salvar o Ibovespa. Vale ON subiu 1,06%, Vale PNA avançou 0,42%, Petrobrás ON teve alta de 1,09% e Petrobrás PN subiu 0,17%.</p>
<p>No exterior, apesar dos ganhos dos índices de ações na Europa e nos Estados Unidos, a segunda-feira foi de cautela antes do encontro do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que termina na quarta-feira. Além disso, o fato de o G-8 (grupo das oito maiores economias do mundo) ter dito que as perspectivas para a atividade global seguem fracas fez os ganhos desacelerarem. Ainda assim, o índice Dow Jones subiu 0,73%, aos 15.179,85 pontos, o Nasdaq avançou 0,83%, aos 3.452,13 pontos, e o S&amp;P 500 teve alta de 0,76%, aos 1.639,04 pontos. A Bolsa de Londres subiu 0,35% e a de Paris avançou 1,54%.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Para cumprir meta fiscal de 2,3% do PIB, governo terá de cortar investimentos</title>
		<link>http://www.linuxfacil.net/consulcorp/2013/06/18/para-cumprir-meta-fiscal-de-23-do-pib-governo-tera-de-cortar-investimentos/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estado de S. Paulo Adriana Fernandes Contas públicas. Para mostrar compromisso com o superávit primário, governo teria de anunciar corte adicional de cerca de R$ 20 bilhões do Orçamento, número considerado por técnicos do próprio governo como difícil de se atingir sem prejudicar os investimentos A decisão da presidente Dilma Rousseff de garantir o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Estado de S. Paulo</span></h3>
<p>Adriana Fernandes</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h4>Contas públicas. Para mostrar compromisso com o superávit primário, governo teria de anunciar corte adicional de cerca de R$ 20 bilhões do Orçamento, número considerado por técnicos do próprio governo como difícil de se atingir sem prejudicar os investimentos<span id="more-41066"></span></h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify">
<p align="justify">A decisão da presidente Dilma Rousseff de garantir o cumprimento de um esforço fiscal de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano vai sacrificar o andamento dos investimentos públicos. Na avaliação da área econômica do governo, segundo apurou o &#8220;Broadcast&#8221;, serviço em tempo real da &#8220;Agência Estado, não é possível assegurar esse esforço fiscal sem comprometer os investimentos.</p>
<p>Mesmo com o pé no freio nos investimentos, alcançar a meta de superávit primário determinada pela presidente, avaliam fontes do Ministério da Fazenda, será muito difícil e dependerá de uma resultado maior das receitas extraordinárias, como o leilão do poço de petróleo Libra, na Bacia de Santos, e da arrecadação da Receita Federal.</p>
<p>O controle terá de ser feito pelo Tesouro Nacional na boca do caixa, já que publicamente será difícil sustentar uma medida que afete os investimentos, o que aumentaria as criticas à política fiscal e à estratégia do governo adotada desde o ano passado de elevar as desonerações tributárias.</p>
<p>A prática de segurar os investimentos já foi utilizada pelo governo em outros momentos. Em 2011, primeiro ano do governo Dilma, o Tesouro derrubou o ritmo dos investimentos e segurou as emendas dos parlamentares para conseguir cumprir a meta de superávit.</p>
<p>Segundo uma fonte, o governo estuda a possibilidade de anunciar um corte adicional de gastos no Orçamento, mas por enquanto não há decisão e nem conta fechada, Para mostrar compromisso com um esforço fiscal de o governo teria de cortar pelo menos R$ 20 bilhões algo de difícil operacionalização sem atingir os investimentos.</p>
<p>Um corte que não se mostre crivel aos olhos dos analistas do mercado financeiro, argumentam técnicos, traria riscos adicionais para a credibilidade do governo nesse momento de desconfiança com a política fiscal &#8220;No cenário atual, a meta de 2,3% não é crível&#8221;, afirma um técnico, que admite que as receitas precisariam crescer num nível rnais acelerado.</p>
<p>A determinação da presidente de exigir um superávit primário de 2,3% foi acertada em reunião na semana passada com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, como resposta à crise de confiança com os rumos da política fiscal que ganhou força depois que a agência internacional de classificação de risco Standard and Poors (S&amp;P) rebaixou a perspectiva da nota brasileira.</p>
<p>Em seguida à reunião, o ministro tratou de afirmar seu compromisso com o cumprimento de da meta de 2,3% do PIB. Para cumprir esse compromisso, o governo terá de compensar o resultado fiscal menor dos Estados e municípios, o que não estava nos planos iniciais do Tesouro Nacional. Foi por isso que, em abril, o governo propôs mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que desobriga a União de repor, na conta da meta, a frustração do resultado dos governos regionais. Diante das críticas, o governo recuou da ideia para atingir a meta de 2,3% definida por Dilma.</p>
<p>Segundo cálculos preliminares, Estados e municípios não conseguiram um superávit primário maior do que 0,6% do PIB. Mas, no decreto de programação de receitas e despesas o valor esperado é de 1% do PIB, o equivalente a R$ 47,8 bilhões.</p>
<p>A política fiscal ficou desacreditada depois que o governo começou a acionar mais manobras contábeis, chamadas pelos críticos de &#8220;contabilidade criativa&#8221;, para atingir a meta de superávit primário do ano passado. Mudanças regulatórias também foram acionadas, como a permissão para o abatimento das desonerações tributárias da meta fiscal.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Onde está o terror econômico</title>
		<link>http://www.linuxfacil.net/consulcorp/2013/06/18/onde-esta-o-terror-economico/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estado de S. Paulo Editorial Continuam piorando as perspectivas da economia brasileira para este ano, segundo a pesquisa realizada semanalmente pelo Banco Central (BC) com cerca de cem instituições do mercado financeiro e do setor de consultoria Continuam piorando as perspectivas da economia brasileira para este ano, segundo a pesquisa realizada semanalmente pelo Banco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Estado de S. Paulo</span></h3>
<p>Editorial</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h4>Continuam piorando as perspectivas da economia brasileira para este ano, segundo a pesquisa realizada semanalmente pelo Banco Central (BC) com cerca de cem instituições do mercado financeiro e do setor de consultoria<span id="more-41064"></span></h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify">
<p align="justify">Continuam piorando as perspectivas da economia brasileira para este ano, segundo a pesquisa realizada semanalmente pelo Banco Central (BC) com cerca de cem instituições do mercado financeiro e do setor de consultoria. Os economistas aumentaram suas projeções de inflação, agora estimada em 5,83%, e reduziram as do crescimento econômico (2,49%), da produção da indústria (2,5%) e do saldo comercial (reduzido para pífios US$ 6,55 bilhões).</p>
<p>Elevaram para US$ 73,66 bilhões, ao mesmo tempo, a previsão do buraco na conta corrente do balanço de pagamentos. Basta ler esses números para identificar um dos focos do terrorismo econômico denunciado pela presidente Dilma Rousseff. Um dos principais aliados desse foco é naturalmente o BC, responsável pela divulgação de tanto pessimismo.</p>
<p>Outros focos devem estar nas entidades representativas da indústria, em organizações acadêmicas, como a Fundação Getúlio Vargas (FGV), e até no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fontes de informações pouco animadoras sobre a evolução dos preços, a recuperação da atividade, o emprego industrial e a disposição dos empresários de se arriscar em novos investimentos,</p>
<p>Auxiliares próximos da presidente já identificaram uma crise de confiança. Evitam falar disso publicamente, mas já se esforçam para embelezar a imagem do governo. O BC elevou os juros básicos, intensificando e tornando mais sério o combate à inflação, e seu presidente, Alexandre Tombini, promete agir sem restrições para conter a alta de preços.</p>
<p>Não basta, no entanto, restabelecer a confiança na política monetária, quando o lado fiscal permanece uma barafunda.</p>
<p>O ministro da Fazenda promete alcançar a meta de superávit primário equivalente a 3,1% do PIB, enquanto o secretário do Tesouro desqualifica esse objetivo e o condiciona a uma estratégia de gastos anticí-clicos. Mesmo a promessa do ministro pouco significa em termos de austeridade.</p>
<p>O governo ainda se mostra disposto a abater investimentos e desonerações da meta fiscal e anuncia, além disso, a intenção de incluir na conta receitas de concessões e os bônus do leilão de blocos do pré-sal. Usará, portanto, receitas eventuais para ajeitar uma contabilidade formada, em um dos lados, por despesas permanentes cada vez maiores.</p>
<p>Em 30 dias investidores de fora tiraram da Bovespa R$ 8 bilhões, reduzindo a R$ 3,4 bilhões o saldo de aplicações estrangeiras. A fuga de capitais tem afetado muitas economias emergentes e é motivada, na maior parte dos casos, pela perspectiva de uma política monetária menos folgada nos Estados Unidos e, portanto, de mudanças no mercado financeiro internacional.</p>
<p>Mas fatores internos também minam a confiança no Brasil e isso é reconhecido sem dificuldade entre especialistas. A Standard &amp; Poors já ameaçou rebaixar a classificação do Brasil. Há um sério risco de rebaixamento pelas agências de classificação até o começo de 2014, segundo informe do Banco Barclays divulgado em Nova York. O crescimento permanece baixo e a inflação contínua alta, de acordo com o informe.</p>
<p>Mesmo no governo poucas pessoas parecem levar a sério a conversa sobre terrorismo econômico. O problema de credibilidade é reconhecido, mas a única mudança rele vante, até agora, foi a da política monetária. Demonstrando mais preocupação com as eleições, a presidente Dilma Rousseff lançou mais um programa de estímulo ao consumo, o Minha Casa Melhor, apesar do comprovado fracasso dessa estratégia nos últimos dois anos e meio.</p>
<p>Os problemas de produção e de oferta, amplamente reconhecidos por especialistas como os mais importantes, continuam sendo atacados com. ações desarticuladas, claramente improvisadas e de alcance limitado.</p>
<p>Além disso, o ativismo do governo &#8211; de fato, hiperativismo -, apontado como um dos fatores de desconforto e desconfiança do empresariado, tanto nacional quanto estrangeiro, será mantido, como deixou claro a ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Eis aí uma promessa aterrorizante.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Para Coutinho, inflação e câmbio estão pressionados</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcarlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estado de S. Paulo Mariana Durão A perspectiva de redução da política de estímulos à economia pelo Federal Reserve cria riscos de saída &#8211; e redução de ingressos &#8211; de capitais na América Latina, pressionando ainda mais o câmbio e a inflação na região A perspectiva de redução da política de estímulos à economia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span style="font-size: 1.17em; line-height: 19px;">O Estado de S. Paulo</span></h3>
<p>Mariana Durão</td>
</tr>
<tr>
<td>
<h4>A perspectiva de redução da política de estímulos à economia pelo Federal Reserve cria riscos de saída &#8211; e redução de ingressos &#8211; de capitais na América Latina, pressionando ainda mais o câmbio e a inflação na região<span id="more-41063"></span></h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify">
<p align="justify">A perspectiva de redução da política de estímulos à economia pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) cria riscos de saída &#8211; e redução de ingressos &#8211; de capitais na América Latina, pressionando ainda mais o câmbio e a inflação na região. O alerta foi dado ontem pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, durante reunião com representantes de 19 países latino-americanos na sede do banco, no Rio.</p>
<p>&#8220;Isso põe pressão sobre o câmbio, a taxa de inflação e as finanças públicas&#8221;, disse Coutinho, na abertura de um evento sobre inovação promovido pela Comissão Econômica para América e Caribe (Cepal) e a União das Nações Sul-Americanas (Unasul).</p>
<p>O economista frisou que a desaceleração da economia mundial e a piora nos preços das commodities são fatores que tornam o ambiente de negócios para a economia latino-americana menos favorável que o dos últimos dez anos. A desaceleração do intercâmbio internacional deve pesar sobre as exportações desses países e tende a pressionar o balanço de pagamentos.</p>
<p>Diante disso, o BNDES defende uma estratégia que tenha como foco os mercados domésticos e a integração econômicada região para que &#8220;as sinergias do comércio e investimentos no continente possam ser capturadas&#8221;. Essa política passa pelo aumento dos investimentos em Infraestrutura e da cooperação para a inovação, não na área de ciência e tecnologia, mas também entre empresas.</p>
<p>O aumento da produtividade do trabalho e da poupança doméstica também estão na receita do presidente do banco de fomento &#8211; e, segundo ele, nas diretrizes da presidente Dilma Rousseff &#8211; para fortalecer a competitividade regional.</p>
<p>Apesar do tom de cautela, Coutinho minimizou os efeitos da recente valorização do dólar frente ao real. Ponderou que considera que a mudança na política monetária americana está sendo feita de forma gradual, o que permite ao Brasil e demais países da América Latina se adaptarem sem interrupção do crescimento.</p>
<p>&#8220;O que tivemos até o momento de pressão sobre taxa de câmbio foi bastante moderado e, portanto, perfeitamente administrável. Tenho confiança que o nosso Banco Central tem feito o necessário para mitigar e suavizar esse processo, evitando excessiva volatilidade&#8221;, disse a jornalistas.</p>
<p>Questionado sobre o efeito cambial sobre os balanços e a capacidade de investimento das empresasbrasileiras, Coutinho disse que é preciso &#8220;relativi-zar e não exagerar&#8221; sobre esse impacto. Ele destacou que há grandes aberturas de capital (IPOs) em curso no País, referindo-se indiretamente aopedi-do de registro de abertura de capital da Votorantim Cimentos, oferta que o mercado estima em mais de R$ 10 bi.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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